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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Tá com dúvidas? Pergunte ao Talk Guru


Serviço experimental permite a você fazer perguntas diretamente pelo chat do Google Talk.

Existe no Google Labs, o TALK GURU, que promete trazer informações de esportes, clima, significados, coversões, traduções, cálculos matemáticos e resultados de buscas diretamente na janela do seu Google Talk.
Para usar o Google Talk Guru, basta convidar o e-mail guru@googlelabs.com como um novo amigo no comunicador instantaneo. Em poucos minutos, o bot do "guru" aparecerá em sua lista de contatos. Para obter, por exemplo, informações sobre o Brasil. Você deve enviar uma mensagem desta maneira: "define brazil", a resposta será fornecida no formato de bate-papo.

Em fase experimental, o Google Talk Guru é um chatbot (um robô para serviços de mensagens instatâneas) que responde a perguntas e mostra resultados de busca em tempo real para o usuário pelo Gtalk.

O robô não simula conversas, apenas responde a comandos pré-definidos (veja na tabela abaixo, feita pelo próprio Google). Dentre as informações que podem ser conseguidas pelo serviço estão resultados de jogos, previsão do tempo, definições do dicionário, conversões de medidas, traduções, cálculos matemáticos, além das buscas na web. O guru só entende inglês e não pesquisa termos em outras línguas (exceto na função de tradução).
O serviço pode ser especialmente útil para quem possui um celular com Android e tem o costume de deixar o serviço de mensagens instantâneas aberto — é uma forma mais rápida e intuitiva de conseguir informações simples.


Em fevereiro, o Google comprou a startup Aardvark, criadora de um serviço de busca social, em que os usuários fazem perguntas e recebem respostas imediatas que seus amigos ou de amigos de seus amigos. O acordo começou a ser discutido em dezembro do ano passado e foi fechado em US$ 50 milhões.

Abraços,
Ricardo Aguero

Vírus Brasileiro, captura sua senha e realiza TED????

virus 

O site de segurança Linha Defensiva descobriu um vírus brasileiro que realizava uma Transferência Eletrônica Disponível (TED). Quando o usuário infectado fazia o login em seu Home Banking, o vírus transferia até R$5 mil para uma conta específica.

O malware era recebido via e-mail e se hospedava no Internet Explorer. Quando a vitima utilizava o navegador para acessar sua conta bancária, ele atacava. No caso da pessoa não ter os R$5 mil, uma transferência era feita com o valor disponível, após verificação de saldo.

O vírus também tinha o poder de efetuar pagamentos via boletos, a partir do seu código. Porém, os analistas não confirmam com certeza esse recurso.

Reprodução 

O malware tinha a capacidade de realizar sua ações sem nenhuma interferência humana, diferente do que comumente acontece com os vírus produzidos no país. Estes roubam os dados e o programador realiza as transferências, dificultando o rastreamento.

A conta associada ao vírus pertence ao banco Bradesco no nome de Pedro Henrique, provavelmente um nome fantasma.

Um software chamado BankerFix será utilizado para remover o vírus até a próxima atualização, segundo o Linha Defensiva.

Abraços,

Ricardo Aguero

Apple e o iCLOUD

Serviço de armazenamento e sincronização de conteúdo online vai oferecer 5 gigabytes de espaço gratuitamente 

A Apple divulgou mais detalhes de como será seu serviço de armazenamento e sincronização de dados online, anunciado por Steve Jobs no começo de junho. O iCloud permitirá que os usuários acessem seus conteúdos em qualquer aparelho Apple sem a necessidade de baixar todo o material em cada um deles, pois tudo fica guardado online.

No site sobre o serviço, a empresa revelou que todos os usuários terão direito a 5 gigabytes (GB) de armazenamento de graça. Quem precisar de mais espaço de armazenamento, poderá comprar em parcelas anuais. Mais 10 GB de espaço custará US$ 20 por ano, 20 GB serão US$ 40/ano e 50 GB, US$ 100 ao ano, de acordo com a companhia.
A expectativa, no entanto, é que a maioria dos usuários não precisará de mais espaço do que o já oferecido gratuitamente. Aplicativos, músicas, livros e séries de TV comprados pelo iTunes, além das fotos armazenadas diretamente no serviço, não contarão nos 5 GB de armazenamento cedidos. Já e-mails, documentos de texto, fotos e configurações de conta entram na conta.
A Apple também ativou, na semana passada, o site iCloud.com. Por enquanto, o domínio está sendo usado por desenvolvedores interessados em criar aplicativos com a API do aplicativo.
O iCloud está previsto para ser lançado em setembro nos Estados Unidos.


Abraços,

Ricardo Aguero

Inovação, é com o Google

 

Desnecessário falar do ambiente criativo que a empresa proporciona aos seus funcionários e da liberdade que as pessoas têm para criar e desenvolver novos negócios. Além de ser um case clássico do mundo corporativo, a Google é assunto de pelo menos dois em cada dez palestrantes que abordam modelos gestão nas melhores universidades ou nos fórum empresariais mundo afora. Excelente Benchmarking que as demais empresas devem mirar seu telescópio para extrair valiosas inspirações.
Saindo desses grandes detalhes amplamente conhecidos, vamos abordar outros que fazem a diferença e esclarecem de forma eficaz porque o Google é o Google e vai continuar sendo por muito tempo. Demonstra alegria em sua forma de comunicação com seu público-alvo (não é uma empresa sisuda). Brinca com seu próprio logotipo, alterando formatação, design e cores ao sabor de acontecimentos regionais e das tendências mundiais. Dessa forma, procura estar conectado emocionalmente com seus usuários. Atinge o coração deles e ganha credibilidade.

 

Usando da sua indiscutível vantagem de ser o maior site de busca do mundo, a empresa acaba de startar um novo grande negócio, também em escala global, como tudo na Google. Trata-se da divisão Enterprise que venderá soluções avançadas na área de computação em Nuvensou cloud computing” em inglês. O conceito não é novo, mas, como sempre, a empresa faz tudo diferente e muito mais inovador. E surpreendentemente rápido.

Não basta ter boas idéias, é preciso competência
para  implementá-las com agilidade.

Em vez de montar uma estrutura própria, pesada, burocrática e lenta, optou por  montar uma rede de parceiros em escala mundial. Sua meta é ser líder em soluções e venda de serviços também, como fez no ramo da publicidade digital, sua principal fonte de renda atual. Para maiores informações, veja o vídeo:


Fonte: OGerente

Abraços,

Ricardo Aguero

Sua rede WI-FI está lenta? Veja como resolver...

Sua rede Wi-Fi doméstica parece lenta? Um estudo recente da empresa inglesa Epitiro, especializada na análise de redes de banda larga, mostra que os consumidores perdem em média 30% da largura de banda oferecida por seus aparelhos quando usam uma conexão sem fios em casa.
Por que a lentidão? Você já deve ter ouvido falar que eletrônicos domésticos, incluindo fornos de microondas, babás eletrônicas e telefones sem fio afetam o desempenho das redes. Para separar os fatos da ficção fizemos uma pesquisa e consultamos um especialista no assunto: Nandan Kalle, gerente da unidade de produtos de rede da fabricante de roteadores Belkin. Veja o que ele tem a dizer sobre as principais causas de problemas.

1. O inimigo número um são as redes Wi-Fi de seus vizinhos

“Eu diria que atualmente as maiores fontes de interferência para a maioria das pessoas são as redes Wi-Fi dos vizinhos”, diz Kalle. O problem é que a maior parte do equipamento Wi-Fi opera em uma “congestionada” faixa de frequência de 2.4 GHz. “Há basicamente três canais que não se sobrepõem. Eu sempre os descrevo como uma rodovia de três pistas que é muito, muito movimentada”, completa.
Se você usa um roteador na frequência de 2.4 GHz (ou seja, qualquer roteador Wi-Fi no padrão “b” ou “n”). em uma área densamente povoada, as redes dos vizinhos podem interferir com a sua, prejudicando o desempenho e limitando seu alcance.

A solução: compre um roteador capaz de operar nos padrões 802.11g (2.4 GHz) e 802.11n (5 GHz). A frequência de 2.4 GHz é necessária para suportar aparelhos Wi-Fi mais antigos, enquanto a de 5 GHz é “quase como uma rodovia de 11 pistas da qual ninguém ainda ouviu falar”, diz Kalle. “Há muito menos congestionamento”.
Novos aparelhos Wi-Fi, incluindo tablets como o Apple iPad e o Motorola Xoom, TVs com Wi-Fi integrado, videogames e notebooks, especialmente os voltados ao mercado corporativo, são todos dual-band. “Todos funcionam na frequência de 5 GHz e podem tirar proveito da rodovia vazia, o que realmente ajuda”, diz Kalle.
É importante comprar um roteador que suporte as duas frequências simultâneamente. Alguns modelos “dual-band” mais antigos só permitem uma frequência de cada vez, o que é um problema se você tiver aparelhos mais antigos em casa, já que para usá-los terá que deixar o roteador em 2.4 GHz e não terá nenhum benefício do modo de 5 GHz.
Na hora de comprar um novo roteador procure por modelos dual-band 802.11n MIMO, geralmente identificados com o termo “N600”. O N se refere ao 802.11n, um padrão internacional para redes sem fio aprovado em 2009 que opera a 5 GHz. Já a tecnologia MIMO (Multiple Input, Multiple Output, ou “Entradas e Saídas Múltiplas”) aumenta o alcance da rede através do uso de múltiplas antenas para enviar e receber dados. E o “600” se refere a dois canais de dados, cada um transmitindo a 300 Megabits por segundo.


2. Eletrônicos domésticos

Será que seu microondas, telefone sem fio ou babá eletrônica estão sabotando seus downloads? Talvez.
A maioria dos problemas com telefones sem fio e fornos de microondas envolve produtos que operam na frequência de 2.4 GHz. A maioria das babás eletrônicas opera a 900 Mhz e não irá interferir com o Wi-Fi. Entretanto, alguns modelos operam a 2.4 GHz, o que pode interferir com redes 802.11g ou 802.11n de canal único.

A solução: ao comprar uma babá eletrônica, procure modelos que operem na faixa de 900 Mhz. O mesmo vale para telefones sem fio: modelos mais recentes operam na faixa de 1.9 GHz, e não irão interferir nas frequências de 2.4 ou 5.8 GHz.


3. Dispositivos Bluetooth

Dispositivos Bluetooth mais antigos interferiam em redes Wi-Fi, mas isso é passado. “Nos últimos anos os fabricantes de aparelhos Bluetooth e Wi-Fi implementaram técnicas específicas para minimizar a interferência”, diz Kalle.

A solução: “a maioria das pessoas troca seus celulares a cada dois anos, então a não ser que você tenha um celular com Bluetooth ou headset Bluetooth muito antigo, é improvável que ele vá interferir com sua rede Wi-Fi”, afirma.


4. Humanos

Se você se lembra das aulas de ciência, deve saber que o corpo humano é composto em sua maioria por água, entre 45 e 75 por cento dependendo de sua idade e porte físico. E a água também pode prejudicar o desempenho de uma rede Wi-Fi.
“Digamos que você está dando uma festa e a sala está lotada. Tantas pessoas juntas podem reduzir a intensidade do sinal Wi-Fi, mas este é um caso extremo”, diz Kalle. “Quando estamos fazendo testes de Wi-Fi no laboratório e queremos resultados muito precisos, temos que tomar cuidado para não ficar em frente à antena, porque isso modifica visivelmente os resultados”, adiciona.
A umidade também pode afetar o desempenho de redes Wi-Fi, mas não o suficiente para que o usuário comum note a diferença.

A solução: relaxe. Não se preocupe com a umidade e com as pessoas. Afinal, não dá para controlar o clima, e não é recomendável ser antisocial só para garantir um melhor desempenho na rede.


5. Ajustes de segurança

Em alguns roteadores mais baratos, segurança mais forte pode afetar moderadamente o desempenho. Entretanto, isto não significa que você deve desligar a segurança completamente, ou usar segurança mais fraca.
Nos últmos anos, os protocolos WPA (Wireless Protected Access) e WPA2 substituíram o mais antigo e menos seguro WEP (Wireless Encryption Protocol). Em roteadores baratos que usam WEP como padrão, mudar para WPA pode afetar um pouquinho o desempenho. Em contraste, aparelhos mais robustos tem hardware especificamente projetado para criptografia WPA e WPA2, e como resultado os protocolos de segurança mais sofisticados não devem prejudicar o desempenho da rede.

A solução: Kalle enfatiza a importância da criptografia do roteador. “Sempre ouvimos histórias sobre roubo de informações, e é tão fácil habilitar a segurança hoje em dia”, diz. Como os roteadores atuais tem segurança habilitada por padrão, os usuários não devem se preocupar em configurá-la. Mas não desabilite a criptografia, mesmo que isso possa acelerar um pouco as coisas.


6. Firmware antigo

Por que atualizar o firmware do roteador? Bem, melhorias de desempenho e ocasionalmente um ou outro novo recurso são bons motivos. “Sempre que você tiver um problema, verifique se está usando uma versão recente do firmware. Às vezes há bugs aqui e ali, e o fabricante do roteador já pode ter disponibilizado uma solução”, diz Kalle.
Mesmo quando você compra um roteador novo é uma boa idéia verificar se há versões mais novas do firmware disponíveis, afinal meses podem ter se passado entre a fabricação do aparelho e o momento em que você o comprou.

A solução: mantenha o firmware atualizado. Em aparelhos mais antigos é necessário acessar a interface de administração do roteador (geralmente através de uma página web) para buscar por atualizações. Mas o processo está ficando mais fácil. “Nossos roteadores tem um aplicativo - quase que um iTunes - que avisa quando uma versão mais recente do firmware está disponível”, diz Kalle. O usuário pode fazer a atualização simplesmente pressionando um botão.
Embora o funcionamento do seu roteador possa parecer misterioso, seguir estas dicas simples pode ajudar muito a manter sua rede Wi-Fi doméstica em perfeito funcionamento.

Fonte: IDGNOW
Abraços,
Ricardo Aguero

App para Android te transforma em HACKER

Reprodução
Android Network Toolkit
Um aplicativo para Android faz com que qualquer pessoa possa se considerar um hacker. O Android Network Toolkit, ou apenas Anti, é um software que ajuda o usuário a ganhar acesso a outros dispositivos como computadores com Windows, outros smartphones com Android e até aparelhos que usem o sistema iOS, de acordo com a Forbes.

O aplicativo é legal. A empresa responsável por ele, a Zimperium, é especializada em segurança e criou o software com o objetivo de ajudar a testar a segurança em redes, máquinas ou outros programas que podem estar desatualizados.

O app conta com comandos como "Man-In-The-Middle", que basicamente permite observar o que está sendo feito em uma máquina, "Spy" e "Attack", para espionar e atacar outros dispositivos. Também é possível tirar screenshot da máquina que está sendo invadida e até ejetar a bandeja de CDs.

O aplicativo será lançado durante essa semana e será distribuído tanto em uma versão gratuita quanto em uma versão que exige uma licença corporativa de US$ 10 dólares. Para evitar o uso malicioso do software, a Zimperium deixou um aviso: "Por favor, lembre-se: grandes poderes trazem grandes responsabilidades. Use sabiamente."

Abraços,

Ricardo Aguero

Parabéns!!! 20 anos de "www", e ela mudou tudo!!!!

Feliz aniversário, World Wide Web! Como você chegou longe. Sim, a internet deu seu primeiro respiro no final de 1969, mas ela começou seu potencial só em 6 de agosto de 1991, quando foi inaugurada a web.  A internet é a web – páginas interligadas por hipertexto – mais o e-mail, FTP, Telnet, newsgroups e outros serviços. Sim, de 1969 a 1991 passou muito tempo, mas este primeiro passo foi só o começo.

No início

A World Wide Web, a parte da internet que você mais usa e ama, começou como um projeto do cientista e teórico da computação Tim Berners-Lee enquanto ele trabalhava no CERN (mesmo laboratório europeu do Grande Colisor de Hádrons, ou LHC). Foi lá que o britânico fez o primeiro website  que rodava no primeiro navegador, chamado apropriadamente de WorldWideWeb. O site foi criado e hospedado neste computador NeXTcube – tipo um Mac, só que mais velho e mais feio. O site era muito simples: nada de propagandas ou banners, só links, pequenos pedaços de texto que tornam possível uma abordagem de banco de dados para adquirir e compartilhar ideias – basicamente o que todos fazemos hoje em dia na web.
  
Web 1.0

Em 1992, Berners-Lee enviou a primeira imagem para a web (elas não são lindas?), mas ela ainda estava longe de chegar à massa crítica. Foi em 1993, quando ele e o CERN anunciaram oficialmente que a web estava aberta a todos, que o jogo realmente começou. Nos anos seguintes, as pessoas começaram a mudar para navegadores como o Mosaic (base do Internet Explorer), Netscape Navigator e outros para começar a entrar nesses sites novos. Qualquer um com um pouco de conhecimento em HTML poderia criar um site sobre qualquer coisa. Em algum lugar da Califórnia, Larry Page e Sergey Brin estavam trabalhando no primeiro beta do Google. Enquanto isso, mais e mais pessoas começaram a usar serviços como Compuserve e AOL para ficar online. Lembra daqueles discos de instalação com horas grátis? E a internet discada? Ah, bons tempos…



No Brasil, a internet chegou quando a web já existia. A internet só chegou no Brasil em 1991, interligando vários órgãos de pesquisa universitária. Em 1995, a internet se tornou de acesso público; no mesmo ano, a novela “Explode Coração” usa a internet como pano de fundo – uma das tramas principais envolvia um romance pela internet, como você pode ver abaixo. Em 1996, foram criados diversos provedores e grandes portais da web – como BOL, UOL e ZAZ – e o número de usuários cresceu vertiginosamente. No mesmo ano, Gilberto Gil lança online a música “Pela Internet“. Em 1998, O Tribunal Superior Eleitoral divulga online, em tempo real, o resultados das eleições pela primeira vez. Nesse ano, o Brasil já tinha mais de 1,8 milhão de usuários.

Web 2.0 e além

Das cinzas da bolha pontocom, no início dos anos 2000, surgiu a Web 2.0, a era onde ainda vivemos. E os destaques da nossa época são os blogs e as redes sociais. Esta é a era da participação. Uma era onde todos podem entrar no MySpace, e depois largarem o MySpace pela interface mais rígida – e mais fácil de usar – do Facebook. E quando todos podem ameaçar sair do Facebook para entrar na interface mais rígida e mais fácil de usar do Google+. Hoje, vivemos em uma era de saturação de mídia, onde nossas próprias vidas são conectadas por links. É por isso que você está aqui. E, apesar de gostarmos muito disso – por nos tornar mais conectados e mais próximos – ainda precisamos lidar com o tipo de proximidade que estas novidades criam, e como isto pode ser medonho.
Mas os negócios estão bombando. Há dinheiro na web agora. Não há uma empresa ou entidade governamental relevante que não esteja online de alguma forma. O jornalismo cidadão é usado cada vez mais, na CNN e no G1, por exemplo. Isto é só o começo, e não seria possível sem a web. Nós andamos com a web em nossos bolsos, conectando-nos a serviços como Foursquare e Instagram. E esquecemos disso. Uma mudança só é enorme e completa se esquecemos dela no dia a dia.
A web mudou o mundo. A web vai continuar mudando o mundo. E ela só tem vinte aninhos. É algo a se pensar.
Fonte: GizModo

Abraços,

Ricardo Aguero

BRASIL = Excelência em banda larga. Será???


A Anatel colocou em consulta pública diversas propostas para alterar como o serviço de banda larga fixa é oferecido no Brasil. As operadoras terão que oferecer pelo menos 60% da velocidade contratada, e fornecerão uma ferramenta gratuita para o usuário medir a velocidade. E esta é apenas uma de diversas medidas que podem transformar a banda larga fixa em um serviço de excelência no Brasil.
As propostas alteram o Regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), que permite a prestação de internet banda larga fixa, e o regulamento para conexões via satélite. Ou seja, as mudanças não valem para a banda larga móvel – mas metas semelhantes podem ser aprovadas em breve para seu 3G também.

As novidades para a banda larga fixa são empolgantes:

- A velocidade instantânea, isto é, medida pelo software num determinado momento, deve ser de pelo menos 20% da velocidade máxima contratada, tanto para download como para upload, em 95% das medições. A meta aumenta para 30% depois de 12 meses; e para 40% em mais 12 meses.
- A velocidade média do serviço deve ser de, pelo menos, 60% do valor contratado. A meta aumenta para 70% depois de 12 meses; e para 80% com mais 12 meses.
- O serviço não pode cair em 99% do tempo no mês, ou seja, existe um máximo de 7h12min de interrupção no mês. Depois de 12 meses, o percentual sobe para 99,5%, ou 3h36min de interrupção.
- A latência deve ficar no máximo em 80 milissegundos para conexões terrestres e 500ms para conexões via satélite em 95% das medições; a variação da latência (ou jitter) deve ficar no máximo em 50ms em 95% das medições; e a perda de pacotes deve chegar, no máximo, a 2%. A meta para jitter e perda de pacotes vai para 40ms e 1% em 12 meses.

A prestação de serviço  também tem novas metas de qualidade:

- Se a operadora precisar interromper ou degradar o serviço para fazer manutenção, deve avisar o assinante com antecedência mínima de uma semana, e deve ressarcir o cliente pelo dia que não der acesso à internet.
- Se for cobrado valor indevido na conta, ele deve ser devolvido na próxima conta; se o usuário pagar pelo valor indevido, recebe o dobro do que pagou em excesso.
- Fica proibido fazer mais de um reajuste em menos de 12 meses.

O atendimento também deve melhorar muito:

- No serviço de atendimento ao consumidor, o tempo de espera para falar com o atendente não pode ser maior que 20 segundos em 85% dos casos, e jamais pode ultrapassar 60 segundos.
- As ligações gravadas no atendimento ao usuário devem ser disponibilizadas ao usuário, sem qualquer custo, em até dez dias, caso o usuário peça.
- Quando o usuário pedir conserto, 90% dos casos devem ser atendidos em até 24 horas, e nunca em mais de 48 horas.
- O número de reclamações recebidas por mês pela prestadora não pode exceder 2% do total de acessos.
- O cancelamento do serviço deve ser feito em até 24 horas, sem custo para o usuário.


Por que a Anatel quer nos brindar com tantas boas novidades? A ideia, segundo o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, é estimular prestadoras menores para massificar a banda larga fixa. Ué, mas como as 2.987 pequenas operadoras do Brasil vão conseguir se adequar a essas metas de qualidade rígidas? É que as metas só valem para as 13 prestadoras com mais de 50 mil clientes.
Mas há um porém: as operadoras terão que manter os logs de acesso dos usuários por três anos (dois anos para os prestadores de pequeno porte). O tema é controverso por questões de privacidade: nos logs, ficarão guardados seus registros de conexão e sites visitados, com data e horário. Os logs são defendidos pelo Ministério Público Federal e fazem parte da Lei Azeredo, projeto que recentemente voltou à Câmara.
Se as propostas forem aprovadas, as grandes prestadoras deverão encaminhar os indicadores de qualidade seis meses depois que o regulamento entrar em vigor. A cobrança das metas, no entanto, só vale nove meses depois da aprovação do regulamento. Ou seja, estas metas só devem valer na metade de 2012, pelo menos.
A proposta fica em consulta pública por 30 dias, prazo que pode ser prorrogado; depois, segundo a Anatel, “as contribuições da sociedade serão reunidas e analisadas para posterior deliberação do Conselho Diretor”. Se a proposta for aprovada, espero que as prestadoras cumpram as regras, e espero que os preços não subam. Essa proposta dos logs poderia cair também, não? Cruze os dedos!

Fotos por Anderson Silva/Flickr e Renato Araújo/Agência Brasil

Fonte: GIZMODO, Terra, Terra e Estadão

Finalmente...vamos ver se isso realmente vai funcionar, pois os serviços de banda larga no Brasil são todos de qualidade baixa e duvidosa...em suma, preços abusivos e serviços de baixa categoria e nunca cumprem com o prometido.

Abraços,

Ricardo Aguero

Citibank e o roubo de dados de clientes no Japão

Mike_Segar_Reuters.jpg

A segurança das informações de clientes em sistemas bancários foi, mais uma vez, afetada. A filial japonesa do banco Citibank anunciou que dados pessoais de 92,4 mil clientes foram roubados e vendidos a outra pessoa.
 O código de segurança dos cartões de crédito não foi obtido, mas vazaram nome, número de conta, endereço, telefone, data de nascimento, data de abertura da conta e sexo do correntista, segundo o “The Wall Street Journal”. Pessoas próximas ao caso teriam dito que o autor do roubo foi um funcionário de empresa terceirizada à qual seria liberado o acesso ao sistema interno do Citibank.
O diário americano afirma que o banco, cuja sede está em Nova York, comunicou o roubo à polícia logo após ser alertado do problema por um cliente. O Citibank está entrando em contato com os correntistas e vai emitir novos cartões, caso o cliente queira, de acordo com o “Journal”. O banco teria enfatizado que transações fraudulentas nessas contas não serão de responsabilidade do correntista.
Essa não foi a primeira vez que dados de clientes do Citibank foram roubados. Em junho, hackers "crackers" invadiram a rede do banco na América do Norte, obtiveram informações de cerca de 360 mil correntistas e roubaram US$ 2,7 milhões a partir de cartões de crédito (prejuízo coberto pelo banco), lembra o “Wall Street Journal”.


Abraços,

Ricardo Aguero

Lei Azeredo quer tirar a sua liberdade na Internet

A “Lei Azeredo”, como ficou conhecido o projeto de Lei 84/1999, está na última fase de discussão no Congresso Nacional. Ele já foi aprovado nas duas Casas e agora volta para Câmara. Durante audiência pública, na semana passada, o projeto foi bastante criticado. Os parlamentares demonstraram preferência em votar o Marco Civil da internet antes de definir os tipos penais das infrações na rede. Já em última instância de avaliação, os deputados não podem fazer muitas modificações e para barrar o projeto será preciso o veto da presidenta Dilma Rousseff.

O projeto que tipifica crimes na internet foi apresentado na Câmara em 1999 e aprovado em 2003. Nesse mesmo ano, ele foi para o Senado, onde foi apresentado um substitutivo ao texto pelo então senador e hoje deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB/MG). Ele foi aprovado no Senado em 2008 e encaminhado novamente para a Câmara. Atualmente, o projeto tramita em regime de urgência simultaneamente nas Comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Constituição e Justiça e de Cidadania; e de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Em seguida, será o projeto será votado pelos deputados no plenário. Nesse momento, os parlamentares apenas podem apresentar emendas supressivas às propostas aprovadas no Senado. Caso rejeitem todo o texto no plenário, será validada a versão original aprovada pela Câmara em 2003.


O deputado Eduardo Azeredo ressaltou que o projeto está sendo debatido há 11 anos no Congresso. “Foram feitas modificações em longas conversas com entidades da sociedade civil e Governo. O projeto está pronto para ser aprovado”, explica o deputado. Para Vanessa Fusco, promotora do Ministério Público de Minas Gerais, muitos crimes que usam a internet como ferramenta são arquivados por falta de definição legal sobre o tema.

Representantes da sociedade civil, no entanto, apontam várias falhas importantes na “Lei Azeredo” que podem colocar em risco a liberdade da internet. O professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Luiz Moncau alerta que o projeto é muito geral e transforma práticas corriqueiras em crimes. “O projeto considera ilegal transferir informações de sistemas informatizados sem autorização do titular, isso abrange desde da invasão de um sistema do Governo até uma cópia de um cd”, argumenta Luiz.

Para o professor de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais Túlio Viana o projeto tem distorções preocupantes. “Ao punir a falsificação de dados eletrônicos sem definir o que define a legitimidade desses dados, modifica a própria ideia de falsificação, criando a falsidade documental de qualquer coisa”, explica o professor. Além disso, o projeto determina pena de um a três anos de reclusão por acesso não autorizado a redes de computadores, tempo superior à pena de invasão de domicílio.

Outro ponto polêmico do projeto é a obrigação de provedores de guardarem durante três anos os dados de endereçamento dos usuários. O diretor-presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) acredita que essa medida vai contra o princípio da inocência e torna todos passíveis de investigação. “É um atentado contra o direito de privacidade das pessoas”. Para o deputado Emiliano José (PT/BA), as mudanças propostas pela “Lei Azeredo” necessitam de uma base de princípios civis que ainda não existe no país “Não podemos discutir o crime antes de discutir os direitos e liberdades dos cidadãos”, explica o deputado.

Marco Civil

O projeto do Marco Civil da internet organizado pelo Ministério da Justiça em parceria com a FGV já passou por duas consultas públicas em 2009 e 2010. Atualmente, ele está sendo avaliado pela Casa Civil antes de ser enviado ao Congresso. O deputado Eduardo Azeredo acredita que a demora do Executivo pode ser prejudicial a sociedade. “Faz três anos que nós esperamos pelo marco, enquanto isso, vemos que a definição dos crimes da internet é urgente e precisa ser votada o quanto antes”, criticou o deputado.

Para a deputada Luiza Erundina (PSB/SP), a “Lei Azeredo” apresenta problemas muito graves para ser aprovada e além disso ela demonstra que o Congresso precisa amadurecer mais as discussões sobre a internet. “O marco pode nos permitir entender de que ambiente de internet estamos falando para definir as restrições criminais com mais segurança”, pontuou a deputada. Para Erundina, acreditar na possibilidade de uma aplicação eficaz e justa de uma Lei com tantos problemas é um risco muito grande. “Podemos estar criando uma lei que não pega”, completa.

Durante a audiência, a deputada Manuela D'Ávila (PC do B/RS) sugeriu que um acordo entre os partidos da base do Governo para que, no caso da Casa Civil não encaminhar o projeto do Marco Civil da internet, os próprios parlamentares o façam em regime de urgência. Para invalidar, no entanto, a “Lei Azeredo”, os parlamentares terão de negociar com a presidenta Dilma Rousseff. Nesse momento do processo legislativo, apenas ela pode vetar totalmente o projeto.

A proposta de Azeredo estabelece 12 crimes civis (aplicados a todos os cidadãos) para a internet modificando a redação de artigos do Código Penal, do Estatuto da Criança e do Adolescente, da Lei da Repressão Uniforme (sobre crimes interestaduais e internacionais) e da Lei Afonso Arinos (sobre racismo). E estabelece mudanças no Código Penal Militar para poder também enquadrar militares da ativa e da reserva nos crimes virtuais cometidos especificamente contra a administração militar.

A seguir, os crimes estabelecidos no relatório de Azeredo para o projeto de lei 84 de 1999.

Crimes civis:

1) Acesso não autorizado a sistema informatizado. Prisão de um a três anos e multa.
2) Obtenção, transferência ou fornecimento não autorizado de  dado ou informação. Prisão de um a três anos e multa.
3) Divulgação ou utilização indevida de informações e dados pessoais contidos em sistema informatizado. Prisão de um a dois anos e multa.
4) Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia ou dado eletrônico alheio. Prisão de um a seis meses ou multa.
5) Inserção ou difusão de código malicioso em sistema informatizado. Prisão de um a três anos e multa.
6) Inserção ou difusão de código malicioso seguido de dano. Prisão de dois a quatro anos e multa
7) Estelionato Eletrônico. Prisão de um a cinco anos e multa
8) Atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública. Prisão de um a cinco anos e multa
9) Interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático, ou sistema informatizado. Prisão de um a três anos e multa
10) Falsificação de dado eletrônico ou documento público. Prisão de dois a seis anos e multa
11) Falsificação de dado eletrônico ou documento particular. Prisão de um a cinco anos e multa
12) Discriminação de raça ou de cor, disseminados através de rede de computadores. Prisão de um a três anos e multa ou prisão de dois a cinco anos e multa (caso cometido por meio de redes sociais ou publicações de qualquer natureza)
Defenda a liberdade na Internet

Em tempo, recebi esse pedido via BUZZ do meu amigo Andreson e estou repassando a todos os demais utilizadores e visualizadores da INFORESGATE. Mais de 100.000 já assinaram, seja um também. Participe da mobilização da Avaaz.org. Clique aqui. 
Faça ainda mais contra a PL Azeredo!
 
A Avaaz está trabalhando com o Idec, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor para maximizar o nosso impacto. Vamos amplificar as nossas vozes assinando também a petição para denunciar o PL Azeredo à Comissão de Defesa do Consumidor, ajudando a ampliar o debate sobre o PL, informar os deputados das comissões e ganhar tempo antes da votação!

Consumidores na Internet: Proteção SIM, Violação de Privacidade NÃO!

O projeto de lei, apelidado de AI-5 Digital, traz sérios riscos de violação de privacidade e restrições na rede, limitando a nossa liberdade de compartilhamento, expressão, criação e acesso. Provedores de Internet se tornarão a "polícia" da rede, vigiando os internautas.

O PL Azeredo está tramitando em caráter de urgência e poderá ser votado em breve. Precisamos barrá-lo antes que seja tarde. É preciso regulamentar a Internet sim, mas antes precisamos definir os princípios, direitos e responsabilidades na rede, com o Marco Civil da Internet e a Lei de Proteção de Dados Pessoais, ambos debatidos abertamente com a sociedade.

Assine a petição para impedir a votação prematura do PL Azeredo, colocando-a na Comissão de Defesa do Consumidor. Ela será entregue pelo Idec na Câmara dos Deputados. Assine agora!

Assine a petição do IDEC aqui:  http://www.idec.org.br/campanhas/pl_azeredo
Depois de muito ler sobre a Lei Azeredo, me sinto sobre o controle rígido do Governo Chinês, será que é isso que queremos pro nosso futuro? Eu quero esse futuro bem distante...e vocês????
Abraços,

Ricardo Aguero
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