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terça-feira, 31 de maio de 2011

Open Office x BROffice x LibreOffice x Go-OO

Vou tentar sanar algumas dúvidas dessas suítes gratuítas de escritório e que substituem tranquilamente o Office da "MICO$OFT", desde que não se utilize nada muito elaborado como as macros do excel em várias planilhas integradas, qualquer uma das suítes mencionada substituem o Office tranquilamente e em alguns casos, além de economizar na licença, agrega mais funções ao seu ambiente seja em casa, no escritório ou na empresa.

OpenOffice - A origem do OpenOffice.org remonta ao final da década de 90, quando a empresa alemã Star Division, que desenvolvia desde meados dos anos 80 um pacote de escritório chamado StarOffice, foi adquirida pela empresa americana Sun Microsystems.

Em 1998, a Star Division decidiu tornar o StarOffice, que estava na versão 5.0, um programa gratuito. Então ela passou a disponibilizá-lo gratuitamente aos seus usuários. Interessada no programa, a Sun comprou a Star Division no ano seguinte. O lançamento da versão 5.2 do StarOffice, já pela nova proprietária, se deu em junho de 2000. Pouco tempo depois, no mês de outubro do mesmo ano, a Sun Microsystems liberou o código fonte da maioria dos módulos do StarOffice para a comunidade de código aberto, lançando assim o projeto OpenOffice.org. 

A Sun então passou a desenvolver dois pacotes de escritório: o OpenOffice.org, que era um software livre, gratuito e de código aberto; e o StarOffice, que a partir da versão 6.0 passou a ser desenvolvido com base no OpenOffice.org e se tornou um software proprietário, sendo comercializado pela Sun.

O projeto OpenOffice.org ganhou o apoio de diversas organizações do mundo tecnológico, como Novell, Intel, Red Hat, Debian, Mandrake, Conectiva, além de importantes contribuições de desenvolvedores independentes, ONGs e agências governamentais. Essa comunidade, formada por milhares de programadores e usuários do mundo inteiro, é quem desenvolve o pacote desde então. O desenvolvimento do OpenOffice.org, no entanto, não é feito apenas pelos colaboradores. A Sun coordena as atividades da comunidade e ainda é a que mais contribui para o desenvolvimento do projeto.

Desde o lançamento da versão 1.0 do OpenOffice.org, em 2002, o pacote de programas de escritório já teve mais de 300 milhões de downloads, sendo que destes 100 milhões ocorreram após o lançamento da versão 3.0, em outubro de 2008. Atualmente, o OpenOffice.org se encontra na versão 3.2, lançada em fevereiro de 2010.

OpenOffice.org no Brasil - o BrOffice.org - Estima-se que foi em 2001 que surgiu a primeira proposta de tradução do OpenOffice.org para o português brasileiro, quando um ex-funcionário da Conectiva Linux se candidatou a coordenar a tradução da suíte, dando seu nome à coordenação da equipe do projeto de internacionalização do OpenOffice.org. Em fevereiro de 2002, Raffaela Braconi, então líder dessa equipe, repassou a função de coordenação da tradução para Claudio Ferreira Filho, que já vinha traduzindo o OpenOffice.org de forma independente e paralela.

Surgiu então o OpenOffice.org Projeto Brasil. Com o reconhecimento do seu trabalho, outras pessoas se juntaram à equipe e desde então o projeto não parou de crescer, passando a desenvolver, além da tradução da interface, funcionalidades específicas para a versão brasileira do pacote. Foram criadas as listas de discussão, o projeto de documentação, o Rau-tu, o projeto Extras e finalizadas as traduções das aplicações e da ajuda do software.
Em 2004, devido a problemas com a marca "Open Office", já registrada em 1996 pela BWS, uma empresa de informática do Rio de Janeiro, foi necessário mudar o nome da comunidade e do programa.

Após coletar diversas sugestões dos membros da comunidade, procurando manter uma relação entre o projeto OpenOffice.org e o público brasileiro e, principalmente, verificando a disponibilidade junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) para evitar problemas futuros de registro, decidiu-se que no Brasil o projeto OpenOffice.org seria referenciado pelo nome de BrOffice.org. Em janeiro de 2006 foi anunciado oficialmente o lançamento da ONG BrOffice.org, que passou a organizar as atividades do antigo OpenOffice.org Projeto Brasil.

Não apenas o Brasil teve problemas legais com a marca OpenOffice.org. Em outros países, como a Holanda, por exemplo, a comunidade OpenOffice.org também enfrentou problemas com o registro da marca. Nesses países, no entanto, os problemas foram contornados, enquanto no Brasil a solução só se deu com a adoção de um novo nome. Assim, o Brasil se tornou o único país no mundo no qual o OpenOffice.org recebeu uma denominação específica, de modo que o pacote OpenOffice.org não é mais distribuído oficialmente no Brasil, sendo em seu lugar disponibilizado o BrOffice.org.

Apesar da mudança de nome, o BrOffice.org continuou representando o OpenOffice.org, apresentando todas as características e recursos deste. As diferenças básicas entre os dois consistem basicamente nas adaptações que foram incluídas no BrOffice.org para tornar o pacote de escritório mais próximo do dia-a-dia do usuário brasileiro. Não obstante, a comunidade BrOffice.org desenvolve diversos outros projetos, entre eles os que serão tratados aqui neste artigo: o verificador ortográfico VERO, o dicionário de sinônimos DicSin e o corretor gramatical CoGrOO.

Dentre estes projetos, merece destaque o VERO, responsável pelo desenvolvimento e atualização dos dicionários de palavras que são usados pelo BrOffice.org para realizar a verificação ortográfica dos documentos. Graças a esse projeto, o BrOffice.org possui hoje a melhor correção ortográfica para a língua portuguesa na vertente brasileira, visto que é a única que já segue o Acordo Ortográfico de 1990 em conformidade com as novas orientações da Academia Brasileira de Letras (ABL).

Além do dicionário para o Português do Brasil, a equipe do VERO também desenvolve dicionários para o Português de Portugal e para o Espanhol do Chile, que podem ser baixados gratuitamente no site do projeto.

A título de curiosidade, gostaria de finalizar informando que o logotipo do BrOffice.org, assim como o nome, foi desenvolvido de forma a manter uma relação entre o OpenOffice.org e o Brasil: perceba que a marca obedece à cor azul do projeto central, presente também na nossa bandeira, mas agrega o verde, que não está presente no logotipo original. Além disso, as aves, gaivotas no desenho original, ganharam linhas mais dinâmicas, transformado-se nas aves brasileiras chamadas "trinta-réis", presentes em todo nosso litoral.

LibreOffice - Em 21 de janeiro de 2010 a compra da "Sun" pela "Oracle" foi aprovada pelo órgão regulador antitruste da União Europeia.

Em 11 de fevereiro de 2010, o OpenOffice.org 3,2 foi lançado, proporcionando

maior rapidez na inicialização dos aplicativos Calc e Writer,
aprimoramento no editor de planilhas Calc,
suportando a fonte Open Type,
com melhorias no suporte ao OpenDocument Format (ODF) e a documentos do Microsoft Office Open XML

Entretanto, a empresa demonstrou pouco interesse no programa, pois

houve poucas atualizações durante o ano e
anunciou que estaria lançando um pacote similar baseado na nuvem, mas sob uma licença proprietária.

Assim, em 28 de setembro de 2010, um grande grupo de desenvolvedores decidiu se desvincular da Oracle. Criou-se um "fork", ou seja, uma continuação independente do OpenOffice, demonstrando que ninguém controla o Software Livre, só a própria comunidade que, quando se sente ameaçada, se mobiliza para manter o espírito de liberdade vivo.

O novo projeto foi denominado LibreOffice, até porque a Oracle detém os direitos sobre o nome OpenOffice.org, atitude adotada para garantir a liberdade criativa dos responsáveis pela suíte.



É importante notar que a mudança tem apoio de grandes grupos: Free Software Foundation, Open Source Initiative, Google, Canonical, Red Hat, Novell, fundação GNOME e outras.

Também foi criada uma fundação independente para cuidar do projeto, ou seja, para ser "The home of LibreOffice", a The Document Foundation.

Uma outra mudança ocorrida na organização brasileira foi decisão de extinguir a ONG responsável pela manutenção do projeto até 05/2011, conforme assembleia realizada em 17/03/2011

O que efetivamente deve mudar, na prática, é apenas o nome da suíte, que manteve e melhorou as mesmas características das versões anteriores.





Pessoas que utilizam a suíte nada têm a temer pois a comunidade independente de desenvolvedores está animada com as possibilidades para o futuro e para a nova suíte.

Aliás essa comunidade esá dando provas de muito trabalho e eficiência pois já foram lançadas as atualizações 3.3.1 e 3.3.2.

A versão atual do pacote LibreOffice pode ser copiada gratuitamente aqui.

ASSIM O BROFFICE agora é o mesmo LIBREOFFICE.

Go-OO - É um pacote de aplicativos relacionados ao Office, com ótimas melhorias e que esta totalmente reformulado. A interface é mais familiar que as versões do OpenOffice, com elementos gráficos bonitos e intuitivos. Também há uma boa integração de interface com o Linux e demais idiomas que possuem letras diferentes, como o mandarim.

Go-OO

Devido a várias mudanças relacionadas a otimização, o Go-OO se tornou um aplicativo com uma leveza muito grande em relação a quantidade de memória utilizada e necessidade de processamento para abrir os documentos, o que facilita a vida dos usuários. Além disso, o Go-OO encoraja a participação e edição de seus aplicativos por qualquer pessoa.


Os desenvolvedores do Go-OO acreditam que liberar a modificação dos aplicativos é fundamental para o futuro da computação. O programa apresenta as mesmas funções encontradas nos aplicativos mais básicos do Microsoft Office. Com ele, você será capaz de editar seus textos, planilhas, apresentações de slides, cálculos e desenhos livres, de modo muito semelhante aos seus concorrentes.
http://go-oo.org/img/libreoffice-logo.png 

A  suite Go-OO compartilha muito de seus objetivos e filosofia com o projeto da The Document Fountadion, a LibreOffice. A Go-OO apoia a LibreOffice desde a sua criação e estão em processo de fusão a maioria dos patches overs, bem como a migração da infra-estrutura para The Document Foundation. Mais adiante, o projeto Go-OO será descontinuado em favor da LibreOffice
A suite Go-oo já é considerada obsoleta em função do lançamento da fantástica LibreOffice. Leia aqui.
A suite brasileira BrOffice.org continua mais forte, ela apoia a The Document Foundation, as novas versões serão geradas a partir de LibreOffice.
* fonte: Go-OO
Em SUMA, só existem atualmente duas suítes de escritório em desenvolvimento pela comunidade o OPENOFFICE (pois recentemente a ORACLE devolveu o mesmo para comunidade) e o LIBREOFFICE (BROffice e Go-OO se fundiram ao LibreOffice)...e vâmo q vâmo...rs... 

A leitura é longa...mas espero ter sanado muitas dúvidas...

Abraços,

Ricardo Aguero

Fim do HumorTadela

Isso mesmo, o site que existe desde os primódios de como chamamos a internet no Brasil chegou ao seu fim. Seu criador postou uma mensagem no twitter informando sobre a derradeira informação mas não explicou os motivos.

"...Um dos ícones do início da internet no Brasil, o site  Humortadela fechou. Quer dizer, anunciou o fechamento no dia 5 de maio, mas caiu nos trending topics do Twitter nesta terça-feira. E daí virou notícia.
Criado em 1995 pelo administrador de empresas Sérgio Batista, o site autoentitulava-se o ‘maior de humor da América Latina’. O criador postou no Twitter no início do mês um simples ‘It´s over’ (acabou, em português) para anunciar o fim e não informou o motivo..."

Fonte: Link Estado

Como hoje é o dia Mundial sem tabaco, vou deixar um vídeo do humortadela:


Abraços,

Ricardo Aguero

Como estudar de graça no MIT (MIT OpenCourseWare)?


Se você acha que é impossível, não é mais...o MIT tem uma parte dedicada ao Ensino a distância e com isso privilegia muitas pessoas no mundo todo a estudar numa das melhores universidades de tecnologia no mundo.

O MIT (Massachusetts Institute of Technology) está disponibilizando boa parte de seu material para acesso gratuito a partir de qualquer computador com Internet:

http://ocw.mit.edu/index.htm

Isto mesmo! Agora você tem a chance de estudar em uma das melhores universidades do mundo sem sair de casa e sem gastar um único centavo!
O MIT OCW (MIT OpenCourseWare) não dá diploma, mas a oportunidade de aprender com seu conteúdo não tem preço.

E se você não entende nada de inglês, não se preocupe: há muita coisa traduzida no site. Basta acessar este outro link para a versão em português:

http://ocw.mit.edu/courses/translated-courses/portuguese/

Como sempre um vídeo para melhor entendimento do assunto, onde Clarissa Forneris conseguiu bolsa da Fundação Estudar para fazer graduação no MIT, nos Estados Unidos:


Abraços,

Ricardo Aguero

sexta-feira, 27 de maio de 2011

NERD, qual tipo você é?

Isso mesmo, se você chegou até esse blog, você é um nerd mas de qual tipo.


Série The BIG BANG THEORY (Imagem somente para divulgação)



Os nerds atualmente estão no cinema, em músicas, em séries, literalmente mudando a vida das pessoas com lançamentos fantásticos, pois se você está acessando a internet sem nenhum fio e lendo esse texto, acessando de um celular, de um tablet, de uma tv, do carro, do notebook, do vídeogame, de uma lan house, de um hospot, agradeça a um nerd...rs... Aquele nerd que fica sem vida social, existe, mas não como antes, está mais na mídia e em alta do que todos pensam. Recentemente ao ler uma matéria da revista INFO (muito boa por sinal) vários famosos assumem que são NERDS. A INFO subdivide os NERDS em apenas cinco categorias conforme a reportagem (quem ainda não leu a matéria, pode comprar a mesma em banca (- Edição 303 - Maio de 2011-)) - essa informação, conforme a reportagem vem do livro "A história do meu povo - Benjamin Nugent" . A matéria da capa é PODER NERD, na matéria O PODER NERD CONTRA-ATACA, temos várias referências aos NERDS da atualidade Steve Jobs, Bill Gates, Rafinha Bastos (o bam-bam-bam do twitter...rs) entre outros. 


Em Suma vamos á divisão da INFO sobre os NERDS:


NERD NEANDERTHALIS (NERD) - tem obsessão por assuntos incomuns, paixão por máquinas e inaptidão social. Em muitos casos é inteligente e vive recluso entre livros e internet. Quando usa óculos os modelos têm lentres grandes e grossas;


NERD DESCOLADUS (GEEK) - Adora videogames, histórias em quadrinhos, filmes e internet, A diferença para o nerd clássico é que, além de tudo isso, possui amigos e vida social agitada;


NERD APARENTHAE (HIPSTER) - cuidado para não confundir com o nerd original. Embora use óculos de aros grossos e camisetas apertadas, o hipster nem sempre é profundo conhecedor de um assunto. Ele é mais um nerd por questões estéticas;


NERD TECNICUS (HACKER) - Nos EUA, o hacker é um nerd com profundo conhececimento em computação e eletrônica. Por aqui a mídia deturpou o termo "hacker" e usa ele indiscriminadamente para associar ao cara que usa seu "talento" para cometer crimes digitais (mesmo não cabendo esse termo ao mesmo);


NERD MAXIMUS (DORK) - é o mais nerd de todos os tipos. Além do gosto excessivo por todos os assuntos ligados à cultura nerd, tem sérios problemas de relacionamentos e aversão a esportes em um nível extremo.


Para saber mais:


Como sempre um vídeo, dessa vez o clipe dos Seminovos "escolha já seu nerd".




Eu me encaixo no "NERD GEEK"..rs...e você, em qual se encaixa? comente aí...BAZINGAAAAA!!!!!!!


Abraços,


Ricardo Aguero

Tecnologia e a Camisinha

Pois é, vou comentar sobre um fato que muito jovens (meninos e meninas), marmanjos (homens e mulheres) e senhores da "melhor idade" (vovôs e vovós), torcem o nariz ao falar disso. Vamos falar da "camisa de vênus" mais conhecida como camisinha e como ela evoluiu com o tempo conforme a tecnologia avançava. 


O nascimento da camisinha não foi muito nobre...rs...Ao contrário do que a maioria das pessoas imaginam, a camisinha é uma invenção bastante antiga. Na Ásia usava-se um envoltório de papel de seda untado com óleo. No Antigo Egito os egípcios já usavam ancestrais de camisinhas não como anticoncepcionais, mas como proteção contra picadas de insetos (durante as caçadas, não no sexo). Elas eram feitas de tecido ou outros materiais porosos pouco eficazes como métodos anticoncepcionais. 


Em 1300 a.C. os egípcios utilizavam um envoltório sobre o pênis feito de linho, pele e materiais vegetais.
No século II a.C., os romanos começaram a utilizar estes envoltórios produzidos a partir de intestinos de cordeiro e bexigas de cabra para se protegerem de doenças sexualmente transmissíveis. Os romanos acreditavam que tais doenças eram castigos lançados por Vênus, a deusa do amor, que posteriormente teve seu nome dado a essas doenças e hoje conhecemos por “doenças venéreas”.
A primeira evidência na Europa Ocidental, apareceu nas paredes da caverna de Combarelles, em França, entre 200 e 100 a.C.


Mas, durante a Idade Média, com a disseminação de doenças venéreas na Europa se fazia necessário a invenção de um método mais eficaz. Em 1564, o anatomista e cirurgião Gabrielle Fallopio confeccionou um forro de linho do tamanho do pênis e embebido em ervas. Mais adiante, estes preservativos passaram a ser embebidos em soluções químicas (pretensamente espermicidas) e depois secados.


Foi só no século XVII, que a camisinha ganhou um "toque de classe". O Dr. Quondam, alarmado com o número de filhos ilegítimos do rei Carlos II da Inglaterra (1630-1685), criou um protetor feito com tripa de animais. O ajuste da extremidade aberta era feito com um laço, o que, obviamente, não era muito cômodo, mas o dispositivo fez tanto sucesso que há quem diga que o nome em inglês (condom) seria uma homenagem ao médico. Outros registros indicam que o nome parece vir mesmo do latim "condus" (receptáculo). O condom era feito de intestino de cordeiro e lubrificado com óleo de amêndoas. Em 1700, começaram a produzir este envoltório com intestino de peixe, carneiro e outros animais com o intuito de deixá-las mais finas e menos incômodas. 




No início do século XVIII, Londres funda a primeira loja de preservativos. Estas eram feitas de intestino de carneiro ou cordeiro com aromatizantes florais e sob encomenda.A "camisinha-tripa" seguiu sendo usada, até 1839, quando Charles Goodyear descobriu o processo de vulcanização da borracha, fazendo-a flexível a temperatura ambiente. Mas não se anime que a higiene absoluta ainda não nasceu. Em 1843, os preservativos começaram a ser fabricados com borracha pela Hancock e Goodyear. Nesta época, os preservativos de borracha eram grossos, pouco aderentes, irregulares e caros e por isto lavados e reutilizados diversas vezes. As camisinhas de látex só surgiram em 1880 e daí evoluíram à medida que novos materiais foram desenvolvidos, adicionando novas formas, melhorando a confiabilidade e durabilidade. Em 1960, deixa de ser utilizada por causa da invenção da pílula anticoncepcional. Até que na década de 90 inventou-se o látex que deu ao preservativo um aspecto mais fino e confortável e retorna com força, por causa da grande epidemia de AIDS.


"...Pela primeira vez na história, um Papa admitiu o uso do preservativo para casos envolvendo prostituição num livro em que concede uma entrevista para um repórter alemão. O Papa Bento XVI flexibilizou a camisinha para casos de prostituição como um "recurso derradeiro", e, "de forma nenhuma", isso seria um marco para a mudança nas concepções sobre o recurso para contracepção e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. 
(Fonte Terra)..."
Hoje você encontra camisinha das mais variadas marcas, tamanhos e sabores. Mais recentemente, para estimular o pessoal a adotar a camisinha (pois parece que o pessoal está esquecendo e adora "pegar doenças"), foi inventado a CAMISINHA VIAGRA...ainda está em testes, mas pelo testes pode vir a ser comercializado em pouco tempo...rs...essa notícia foi passada pelo site GIZMODO, mais informações sobre a camisinha viagra clique aqui.


Para saber mais:



CQC

Arte & Manhas

GIZMODO

Mundo Estranho - Como é feita a camisinha?



Como sempre, um vídeo para melhor entendimento do assunto:



Vídeo sobre a evolução da camisinha na história e as melhores campanhas para uso do preservativo
Abraços,



Ricardo Aguero

Porquê tanto estardalhaço pelo IPAD 2???

Hoje começou as vendas do iPAD 2 oficialmente no país. Mas, na minha opinião, chegou e demorou muito, pois já há concorrentes de peso que o batem de frente. Vai vender mais que os outros, vai, mas não porque possui mais recursos, simplesmente por causa de "STATUS", é o que ocorre com o iPHONE. Vende porque a pessoa quer o "status" de possuir um produto da apple, design sempre bem feitos mas que peca nos recursos.



Vi algumas comparações deste e daqueles produtos e o iPAD só ganhou no design e perdeu em muitos aspectos. Vamos ver se pelo menos ele ganha no preço.



Para ver as comparações, segue alguns:


Há também a briga de Sistemas, onde, no momento quem está se sobressaindo sobre o iOS é o o Android como ja foi informado aqui pelo post "BRIGA DE GENTE GRANDE - iOS x Android".

O preço também pode vir a ser o diferencial, pois os ao que tudo indica os iPADS serão produzidos por aqui e podem sofrer uma redução de preços. Ainda digo que só ganha no design, quem o adquire fica com o "status", mas existem tablets melhores no mercado.

Para saber mais:






Como sempre um vídeo para melhor entendimento do assunto:




Abraços,


Ricardo Aguero

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Eduardo e Mônica - Legião Urbana Versão NERD


Recebi por e-mail e resolvi compartilhar, valeu Fagner...

Abraços,

Ricardo Aguero

terça-feira, 24 de maio de 2011

Seus Emoticons do MSN em outro Micro


As conversas do MSN sempre ficam mais divertidas e dinâmicas quando se tem emoticons, não é mesmo? E quem adora enfeitar os diálogos com emoticons engraçados com certeza passa horas e horas criando ou procurando novos modelos, recheando o seu MSN com várias opções.
Mas um problema acontece quando é necessário usar o MSN em outro computador: todos aqueles emoticons presentes no programa anterior simplesmente não estarão mais ali, e até você achar paciência (ou tempo mesmo) para instalá-los novamente, você terá que se contentar em ficar sem emoticons.
Para resolver este impasse de uma vez, a inforesgate vai te ensinar uma maneira de transferir os emoticons de um MSN para o outro de uma maneira bem rápida e simples. Aprenda nos passos a seguir.

Passo 1. Primeiramente será necessário fazer o download do programa que permitirá fazer a transferência, o Emoticon Made Easy, que pode ser encontrado neste site.

Inserindo dados do MSN (Foto: Reprodução) 
Inserindo dados do MSN (Foto: Reprodução)

Passo 2. Assim que o programa tiver sido instalado, execute-o e clique em "Avançar", e então digite na tela do programa o e-mail e a senha do MSN.
Não é preciso ter receio com as suas informações sigilosas. Ele usará o seu login para ter acesso aos emoticons cadastrados no seu MSN.

Passo 3.  Marque então a opção "Export MSN Emoticons To a File" e clique em "Avançar".

Passo 4. Conecte seu pen drive e salve o arquivo no formato ZIP, que é onde os emoticons serão armazenados. Escolha o nome do arquivo, clique em "Avançar" e então em "Concluir". Se você não tiver um pen drive, pode salvar o arquivo em seu computador e enviá-lo em um e-mail.

Salvando os emoticons (Foto: Reprodução) 
Salvando os emoticons (Foto: Reprodução)
Importando os emoticons (Foto: Reprodução) 
Importando os emoticons (Foto: Reprodução)
Passo 5. No outro computador, instale também o programa Emoticon Made Easy e digite novamente seu e-mail e senha do MSN.

Passo 6. Marque a opção "Import Emoticons To MSN From a File" e clique em "Avançar".

Passo 7. Localize então o arquivo onde os emoticons estão salvos a partir de seu pen drive ou conta de e-mail. Selecione a pasta ZIP, clique em "Avançar" e, em seguida, em "Concluir".

Importante: o MSN não pode ser conectado no momento em que o aplicativo estiver instalando os seus emoticons.

Passo 8. Agora abra o seu MSN e confira se todos os seus emoticons originais já estão prontos para usar.

Abrindo a pasta com os emoticons (Foto: Reprodução) 
Abrindo a pasta com os emoticons (Foto: Reprodução)
Fonte: Techtudo 

Como sempre um vídeo para melhor entendimento do assunto:



Abraços,

Ricardo Aguero

domingo, 22 de maio de 2011

Depois de Bin Laden, próximo Alvo é RESTART

Boa...depois e Bin Laden e da Lacraia, vão assassinar a banda RESTART, em seguida Justin "biba"...é...tomem cuidado com OBAMA...ele tá chegando...rs

huahuahuahuahuahuahauhuahuhauahua

Abraços,

Ricardo Aguero

Pânico e a Discórdia das "TCHECAS" - Briga de Cervejas


Para quem não acompanha o programa Pânico que é um programa humorístico que sempre se viu como "apelativo" em muitas ocasiões com personalidades e famosos, já a algum tempo que as TCHECAS estavam excursionando com a Sabrina Sato pelo país inteiro. O Pânico fez um reality, enquetes, uma página só com elas na net...fez todo o marketing para que as mesmas ficassem conhecidas nacionalmente...e assim aconteceu...mas o que o Pânico não desconfiou é que a "pegadinha" dessa vez foi com eles...rs...tenho certeza que algumas pessoas se sentiram "vingadas" com o que houve em relação as tchecas...rs...
Vou deixar um vídeo com a indignação do Allan Rapp (diretor do Pânico na TV) junto com a jornalista Elisângela Roxo da Folha da Tarde. Onde a jornalista explica o que está realmente acontecendo e desmascara as Tchecas para o Allan.

Com isso muitos ficaram sem saber o que realmente eram aqueles arranhões na loiraça...rs

No próximo vídeo o lançamento da "famosa" cerveja pelo viral na internet contando nada mais nada menos com as TCHECAS...que fizeram e com certeza vai ser ao final de 2011...A PEGADINHA DO ANO...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

           
Revelação  - Cerveja Proibida ( As Tchecas do Programa Pânico na Tv - INFORESGATE ) por thevideos no INFORESGATE.



Detalhe gente, elas não são "tchecas", são londrinas...huahuahuahuahuahuahuahua...o pânico é patrocinado pela SKOL...e as TCHECAS por outra marca
proibida2

O jornal Folha de S. Paulo apurou que as duas garotas — que, na verdade, são inglesas — foram contratadas em dezembro passado pela nova empresa cervejeira nacional CBBP (Companhia 
Brasileira de Bebidas Premium), com fábricas no Ceará e em Pernambuco. As beldades são pagas para anunciar o novo rótulo da cervejaria, a Proibida, a ser lançada em junho. Detalhe incendiário: O programa Pânico tem contrato com a gigante cervejeira Ambev, concorrente direta da CBBP.

Sei que esse site é de tecnologia...mas poxa gente...hoje é domingo...vamos relaxar um pouco e tomar uma gelada...rs

Abraços,

Ricardo Aguero

A Evolução da "latinha" de cerveja

A primeira lata de cerveja da história





Em 1935 foi lançada nos Estados Unidos a primeira lata de cerveja do mundo, uma Krueger. Cilíndrica, como as latas de conserva de alimentos, precisava ser aberta com abridor de corte ou receber dois furos grandes para ser consumida. Atento à conveniência do consumidor, mais tarde o fabricante substituiu-a por uma lata com abertura tipo crown, como a das garrafas de vidro.









 


 
A latinha brasileira


         As primeiras latas para bebidas foram fabricadas no Brasil em folhas de flandres (chapas metálicas feitas de ferro e uma pequena parte de estanho ou cromo) na Metalúrgica Matarazzo, a pedido da Skol Internacional Beer, em 1968, (figura 7), hoje Skol Cerveja Pilsen. A idéia era abastecer mercados distantes da Capital de São Paulo.

 7

As Latas de Flandres e Seus Fabricantes no Brasil

         As latas confeccionadas em folha de flandres (latão ou ferro, como são comumente chamadas), foram as primeiras produzidas pela industria de embalagens para envasamento de cervejas e refrigerantes.

         No Brasil as latas de flandres começaram a aparecer em 1971, a primeira lata de cerveja produzida foi feita para a Cervejaria Skol seguindo um padrão visual muito próximo da lata produzida para a cerveja Skol canadense. Acredito que o design da lata derivou deste "modelo".

         Existiram apenas duas fábricas de latas para cervejas e refrigerantes no Brasil, a Metalúrgica Matarazzo e a Rheen.

         O processo produtivo consistia em várias etapas, que podem ser divididas em cinco diferentes fases. O corte da chapa, a estampagem da marca da bebida, o seu calandramento (enrolamento), a prensagem do fecho e finalmente a colocação da tampa. O seu fundo era colocado após o envase, na cervejaria.

         As cervejarias definiam o layout da lata após o recebimento de amostras, que eram feitas primeiramente em papelão colado em volta de uma lata e apresentadas para eventuais correções. Posteriormente a cervejaria indicava qual desenho deveria ser estampado em suas latas e a mesma era estampada pelo fabricante de latas em uma chapa que era novamente encaminhada a cervejaria para prova final (figura 7A). Aprovada a lata e feita a encomenda, o fabricante de latas passava a produzir em escala comercial. De tempos em tempos ocorriam modificações no texto, desenho ou algo no texto, o que os colecionadores passa a ser um detalhe importante a ser considerado na coleção.
7A

         Existem colecionadores que também consideram as mudanças acontecidas nas tampas das latas, que também tinham "identidade própria", haja vista que cada fabricante produzia seu modelo de tampas e as mesmas já saiam da fabrica afixadas nas latas. Houve poucas modificações nos modelos de tampas produzidas pelas metalúrgicas, as tampas conhecidas são:

        - Da metalúrgica Rheen: todas as tampas são estampadas com o texto "Levante e Puxe" de um lado e "Lift Ring-Pull" do outro em alto relevo. Ocorreu apenas uma alteração no formato do rebaixo feito para dar acesso ao "puxador" que depois de um certo tempo perdeu o desenho de uma ferradura (figura 8) e passou a ser circular (figura 9). Para envase de cervejas sempre foi produzida na cor dourada, e para outras bebidas também na cor prata.

        - Da Metalúrgica Matarazzo: Todas as tampas tem seu texto estampado em baixo relevo, e foram utilizadas mais variações de texto. Existe um modelo com o texto "Lift Ring-Pull" escrito dos dois lados que eu só encontrei nas latas da Skol International de 340ml (figura 10). Outro modelo com o mesmo texto em espanhol, encontrado nas latas produzidas pela MM para paí­ses da América do Sul e México (figura 11). Para o mercado brasileiro existem dois modelos, um com o texto em português e inglês (figura 12) e outro com o texto em português somente, esse muito raro. A partir de determinada data as tampas da MM passaram a conter a inscrição "Pat. Def." obviamente mencionando que o sistema de abertura de sua tampa era patenteado. A MM produziu suas tampas nas cores dourada e prateada, sendo mais comum sua utilização dourada nas cervejas e prateada nas outras bebidas, porém com exceções.

8    9    10    11     12
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         Sobre o fecho das latas, foram utilizados modelos distintos pelas metalúrgicas, sendo que a Rheen utilizou três tipos de fecho, que são:

        - O que foi "alcunhado" de "barra grega" pelo colecionador Cid Gonçalves, por sua semelhança com a referida forma geométrica, sem dúvida o mais comum e caracterí­stico dessa metalúrgica (figura 13).

        - O fecho "ponteado", caracterizado pela marca de algumas "batidas" somente na região da costura, que foi utilizado por essa metalúrgica somente em duas versões produzidas pela mesma (até onde sei, somente uma Inglesinha e uma Brahma Chopp preta possuem este tipo de fecho ponteado) (figura 14).

        - O fecho "colado", caracterizado pela prensagem estreita do fecho, que dava um aspecto melhor as latas, economizava material, vista que dispensava a aplicação de uma camada de tinta sobre a soldagem para evitar a oxidação, e ainda proporcionava uma maior área para impressão do rótulo (figura 15). A Metalúrgica Matarazzo também produziu uma versão semelhante, porém com a colagem um pouco mais larga (figura 16). Além dessa versão a Matarazzo produziu somente a versão "ponteada", semelhante a  versão da Rheen (figura 17).

13    14    15    16     17

         Quanto à forma de identificação da Metalúrgica responsável pela produção das latas, a Rheen utilizou-se de dois diferentes logotipos, semelhantes em sua forma, porém um deles com o fundo "vazado", que era impresso utilizando-se de uma das cores utilizadas na confecção da lata e o outro com o fundo dourado. Já a MM utilizou-se de três diferentes "logos", o primeiro com a inscrição M.M.S.A. , o segundo com a inscrição M.M.S/A e o terceiro somente com MM dentro de um cí­rculo. A cor da impressão do logotipo nas latas da MM variava conforme as cores utilizadas pela fábrica na confecção das latas.

        As últimas latas de cerveja a utilizarem-se das latas de flandres datam de 1992, sendo que a última a ser produzida pela MM foi a Brahma Beer "bronze", feita para exportação para a América do Sul.

A Latinha de Alumí­nio

         Em 1982, o Brasil já havia se tornado auto-suficiente na fabricação de alumí­nio primário, condição fundamental para a implantação de fábricas de chapas e, consequentemente, de latas de alumí­nio.

         Em 1986, a Alcan Alumí­nio do Brasil Ltda instalou um laminador a quente na sua unidade industrial de Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, equipamento único na América Latina, destinado a fabricação de latas de alumí­nio para bebidas gaseificadas. Este investimento foi o primeiro passo para suprir o Paí­s de meios técnicos para a adoção das novas embalagens.

         Em 26 de outubro de 1989, a Latas de Alumí­nio S.A. - Latasa, inicia as atividades comerciais em sua primeira fábrica de latas de alumí­nio do Brasil, em Pouso Alegre (MG).

         Depois de aperfeiçoadas tecnicamente, as chapas de alumí­nio produzidas em Pindamonhangaba pela Alcan passaram pelas avaliações dos laboratórios da Canadense Alcan e da Reynolds americana.

         Em 1990, A LATASA - iniciou as atividades, implantando sua primeira fábrica de latas de alumí­nio no Brasil, em Pouso Alegre, Minas Gerais. Rapidamente, o modelo lançado por esta empresa, substituiu as antigas latas de aço de três peças (tampa, corpo e fundo) por um modelo de apenas duas peças: corpo e tampa.

         Em 1996, a Crown Cork Embalagens S.A. coloca em operação sua fábrica de latas de aluminio em Cabreúva (SP). Neste mesmo ano, a American National Can do Brasil Ltda., então subsidiária da Pechiney, hoje Rexam, instala fábrica de latas de alumí­nio em Extrema (MG). Fundada a Metalúrgica Metalic pela famí­lia Steinbruch no Distrito Industrial do municí­pio de Maracanã na Grande Fortaleza, Ceará.

         Em 1997, a Latapack-Ball Embalagens Ltda. inicia sua fabricação de latas de alumí­nio em unidade industrial localizada em Jacareí­ (SP).

         Em julho de 1998, a Metalic fez um acordo de tecnologia com a SL-CCE, lí­der mundial na tecnologia de fabricação de latas de aço de duas peças, o que lhe permitiu o acesso a um moderno centro de pesquisa e desenvolvimento de tecnologia em Bonn, na Alemanha. Primeira fábrica de latas de duas peças em aço para bebidas no Brasil, a Metalic é hoje a única produtora desse material nas Américas e vem se consolidando como a principal fornecedora de embalagens em aço para bebidas para o Nordeste.

        Em julho de 2000 a Rexam adquire a American National can e no Brasil cria a Rexam do Brasil S/A.

         Em 2002, a Metalic é adquirida pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

         No fim de 2003, a Rexam adquiriu o controle da Latasa que estava em mãos do Bradesco, Alcoa e JP Morgan, em uma operação de mais de US$ 400 milhões. Com isso, tornou-se a maior fabricantes do paí­s de latas de alumí­nio.
         Atualmente, a Rexam B.C.S.A. (antiga Latasa e Rexam do Brasil), além da fábrica em Pouso Alegre (MG), tem outras cinco fábricas: Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, com capacidade de produção de 10,6 bilhões de latas/ano, além de uma em construção no Amazonas. A Crown Embalagens tem uma capacidade de produção de 2,1 bilhões de latas/ano. A Latapack-Ball tem capacidade de fabricar 1,75 bilhões de latas/ano. As três empresas juntas têm uma capacidade de produção de mais de 14 bilhões de latas por ano.

         As tampas são produzidas pela Rexam B.C.S.A., Crown Cork e Latapack-Ball e suas fábricas estão localizadas em Suape (PE), Aracajú (SE) e Simões Filho (BA), respectivamente.


Fonte: CERVISIAFILIA

Um vídeo de uma cerveja européia mostrando a evolução ao contrário...assistam, é interessante...rs



Abraços, hããã...vou pegar minha gelada...esse post deu sede...

Ricardo Aguero
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