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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Acesse seu Banco pela Internet com segurança

Um dos golpes mais populares na internet são os e-mails de “phishing” que alegam que um banco está “recadastrando contas” ou fazendo uma “atualização de segurança” , e que tentam convencer o usuário a visitar um site (que parece o site do banco, mas é comandado por criminosos) para “confirmar seus dados pessoais”, incluindo aí o número da conta, agência, senha...


Não precisamos dizer que quem cai nessa história tem prontamente todo o dinheiro em sua conta roubado, e ainda corre o risco de ter que arcar com os custos de empréstimos feitos pelos falsários. Isso não significa que você deve evitar o home banking: não dá pra abrir mão desta comodidade com a correria da vida moderna. Basta seguir alguns cuidados básicos, como os que mostramos a seguir. Não garantimos que você ficará imune aos hackers, mas os riscos serão bem menores.
1. Instale software de segurança: não dá pra frisar o quão importante é isso. Instale um pacote anti-vírus e anti-spyware, nem que seja um gratuito como o AVG Free ou o Microsoft Security Essentials, e o mantenha sempre atualizado. Um anti-vírus desatualizado é pior do que anti-vírus nenhum, pois dá uma falsa sensação de segurança.
 
2. Tenha cuidado com os e-mails: você recebeu uma mensagem do banco dizendo que é necessário algum tipo de recadastramento ou atualização, ou você perderá o acesso à sua conta. Em primeiro lugar, pare e pense: você tem conta no banco que supostamente mandou o e-mail? Não? Então vai atualizar o quê? Descarte a mensagem, pois é golpe.
Em segundo lugar, preste atenção: os golpistas costumam cometer erros grosseiros de português, que um banco de verdade nunca cometeria. Se a mensagem parece ter sido escrita por um repetente da 5ª série, desconsidere.
Em terceiro lugar, por mais legítima que a mensagem pareça, não clique em nenhum link. Mesmo um link que parece legítimo à primeira vista pode estar “armado” para levá-lo a uma página falsa que irá tentar roubar suas informações pessoais, isso se não infectar também seu computador com malware. Feche a mensagem, abra um navegador e digite manualmente o endereço do site de seu banco. Veja se a página fala sobre algum recadastramento, se ele for verdadeiro estará lá. Em caso de dúvidas, entre em contato com o atendimento ao cliente do banco.

3. Não continue na página se ela não for segura: antes de digitar seu nome de usuário e senha na página do banco, dê uma espiadinha no endereço. Ele deve começar com “https://” em vez de “http://”. O “s” extra indica uma conexão segura entre o site e seu navegador. Se a conexão não for segura, não prossiga. O Firefox e o Chrome dão uma forcinha, e destacam o começo do endereço em verde se estiver tudo OK.

4. Use uma senha forte: as melhores senhas tem pelo menos 8 caracteres e são uma combinação aleatória de letras (idealmente maiúsculas e minúsculas) e números, como “LVtkG70D”. “joao1234” ou “12senha3” não são combinações aleatórias, e são péssimas senhas pois são fáceis de adivinhar (assim como datas de aniversário). Se seu navegador se oferecer para guardar a senha, diga que não. Estas dicas servem não só para bancos, mas para qualquer site ou serviço na web.
E nem pense em usar a mesma senha do banco em qualquer outro site que você visita. Se você não quer ter o trabalho de criar senhas fortes e se lembrar delas, use um gerenciador de senhas como o LastPass, que é gratuito e funciona com qualquer navegador. 
5. Evite computadores e redes públicas: não acesse o site de seu banco, de sua operadora de cartão de crédito ou mesmo uma loja virtual em um computador público, como uma Lan House, nem usando uma conexão Wi-Fi “gratuita” em um shopping ou restaurante. Você nunca sabe o que pode ter sido instalado no computador (há programas chamados keyloggers, que capturam tudo o que é digitado e enviam a informação para um criminoso) ou se há alguma “escuta” na conexão. 
6. Proteja informações confidenciais: se você guarda recibos de banco ou formulários de imposto de renda no computador, encontre uma forma de criptografá-los. Assim, mesmo que seu computador cair em mãos erradas eles estarão a salvo de bisbilhoteiros. Uma alternativa é guardar estes arquivos em um pendrive ou HD externo com criptografia e um leitor de impressões digitais integrado. Assim, só você terá acesso a eles.

Fonte: PCWORLD

Como sempre um vídeo para entender mais sobre o assunto:

Abraços,

Ricardo Aguero

Antivírus para Celular, Proteja-se!!!

Acessar a internet sem um antivírus para proteger o computador é sabidamente um suicídio digital. As ameaças ao PC são tantas, tão variadas e tão criativas que quase ninguém pensa em dispensar a ajuda de um software de segurança. No caso dos celulares, essa nunca foi uma preocupação séria, mas com dados e serviços cada vez mais importantes se acumulando nos aparelhos, isso vai mudar, com certeza– a dúvida é saber quem vai te proteger.

A maioria das grades empresas de segurança – leia-se Trend Micro, McAfee, Symantec, AVG e Kaspersky – já tem uma solução para mobile, mas o que levar em conta ao escolher que produto vai usar?

A primeira coisa que você precisa saber é que uma solução de segurança para celular é completamente diferente de uma pra desktop ou notebook. Por exemplo, enquanto, de acordo com a Symantec, há mais de 286 milhões de malwares para computador, há cerca de 1000 para celulares, diz a Kaspersky. Por outro lado, é muito mais fácil perder um smartphone (e assim deixar seus contatos, mensagens e chamadas expostos) do que um desktop.

Então, quando falamos de segurança móvel, o mais importante é proteger seus dados pessoais e sua privacidade, assim como evitar que sua linha seja indevidamente usada. Na prática, portanto, os antivírus são relegados a um segundo plano e outros recursos, como bloqueio remoto e exclusão de dados, ganham mais relevância.

Veja abaixo algumas soluções de segurança para celular e faça sua escolha:

Kaspersky Mobile Security
Recém-lançado, o aplicativo da russa Kaspersky é provavelmente a mais completa das opções. Tem antivírus, proteção em tempo real (verifica novos arquivos e aplicativos), rastreamento por GPS ou Wi-Fi, bloqueio e exclusão de informações remotos, modo de privacidade (apenas esconde contatos, mensagens e chamadas), lista negra de números (bloqueia chamadas e mensagens) e SIM Watch (avisa quando o chip é trocado, fornecendo o novo número).

No programa, tudo pode ser feito por SMS, com comandos muito simples. Ele é compatível com Android, BlackBerry, Symbian e Windows Mobile, embora algumas versões sejam mais limitadas.
O software é gratuito para testar (7 dias) e custa $39,95.

Baixe o Kaspersky Mobile Security aqui no INFORESGATE

McAfee Wave Secure
O WaveSecure da californiana McAfee, é compatível com Android, Symbian, Windows Mobile e BlackBerry. Ele oferece armazenamento dos dados na nuvem, rastreamento por GPS, bloqueio e exclusão de dados. E tudo, inclusive os arquivos de backup, pode ser controlado por um painel online acessível de qualquer browser.

É gratuito para testes e custa $20 por ano.


Trend Micro Mobile Security


Disponível apenas para Android (também há um versão para Symbian e Windows Mobile, mas voltada para empresas), é o mais barato dentre os pagos. Depois do trial de 30 dias, a licença anual sai por apenas $3,99. Tem anti-phishing, proteção de downloads, controle parental além de filtro de ligações e mensagens indesejadas.


AVG Mobilation Antivirus Free e Pro


A empresa, que tem um dos mais populares antivírus gratuitos para desktops e notebooks, oferece uma versão gratuita e uma paga para celulares e tablets Android. No Antivirus Free, o usuário pode escanear os arquivos e configurações (ele detecta ajustes que possam deixar o aparelho vulnerável), eliminar tarefas que deixem o sistema lento, rastrear o telefone por GPS, fazer backup dos dados e bloquear o celular remotamente.

A versão Pro, que custa $9,99, também oferece exclusão de dados (por SMS ou online) e a opção de escrever uma mensagem que aparece na tela de bloqueio.


Norton Mobile Security Beta



Mais um aplicativo compatível apenas com Android, agora com o selo da Symantec.
Conta com anti-phishing, rastramento por GPS, bloqueio e exclusão de informações remotos, filtro de SMS e ligações e proteção anti-malware.
Ainda está na versão beta, portanto é gratuito.


Fonte: INFO

Abraços,

Ricardo Aguero

Profile Stalkers assusta usuários do Facebook com falso aplicativo


Usuários do Facebook relataram na noite desta quinta-feira que um malware vem se espalhando pela rede social em um aplicativo que promete mostrar os últimos visitantes do perfil. O "Profile Stalkers" posta no mural dos usuários um link prometendo mostrar quem foram as últimas 10 pessoas a entrarem no perfil, além dos 10 maiores "stalkers", termo em inglês que significa "assediador" e é usado na internet para pessoas que investigam a vida dos outros.
 
O link que direciona para o aplicativo malicioso é postado automaticamente no mural dos usuários, ajudando a disseminar ainda mais a praga virtual. O termo "Profile Stalkers" entrou para os Trending Topics do Twitter e o aplicativo parece ter sido feito especificamente para atingir usuários brasileiros. O Orkut, rede social de maior sucesso no País, traz uma funcionalidade semelhante à prometida pelo falso aplicativo.


O app parece agir da mesma forma que outros programas maliciosos que já atacaram a rede social, como o ePrivacy. O programa fazia a mesma promessa, mas permitia aos criminosos acesso ao perfil do usuário e o roubo de informações pessoais. Nenhum representante do Facebook foi encontrado para comentar o assunto. Portanto tome cuidado ao clicar em qualquer aplicativo que tenha recebido de um "amigo stalker" no Facebook.

Fonte: MuraldaVila

Abraços,
Ricardo Aguero

Substituindo a bateria do seu iPHONE



Passo 1:

- Retire o painel traseiro.


Passo 2:

- Remova o parafuso Phillips de 2,5mm que prende o conector da bateria à placa lógica.


Passo 3:

- Use uma ferramenta de abertura de iPod para cuidadosamente alavancar o conector da bateria pelo lado mais próximo à bateria.
- Não alavanque contra o clipe de contato.
- Remova o clipe de contato do iPhone.
Passo 4:

- Use a lingueta de plástico claro para gentilmente erguer a bateria do iPhone.
- Tenha cuidado quando estiver fazendo isso. Em algumas unidades, a Apple usa uma quantidade excessiva de cola, tornando quase impossível retirar a bateria dessa forma.
- Para baterias “grudadas”, você pode usar a ferramenta de abertura de iPod para ajudar (mas tome cuidado redobrado).
- Retire a bateria.
- Antes de remontar, não esqueça de limpar todos os pontos de contato de metal com metal no contato de pressão, assim como o ponto de contato no painel traseiro, com algum produto  contra oleosidade. A oleosidade nos seus dedos tem o potencial de causar problemas de interferência wireless

Fonte: GIZMODO 
Recebi via Buzz do meu amigo Vítor e estou postando aqui para vocês curtirem também. Faço minhas as palavras do Vítor..."C$#&*%, uma cirurgia para tirar uma bateria...."...rs

Abraços,

Ricardo Aguero

Google Labs "Fechado"


Site de projetos experimentais será tirado do ar. Google quer programadores ‘focados em produtos’

O Google sempre se diferenciou de outras empresas por deixar que seus programadores dedicassem grande parte das suas horas não apenas os produtos principais, como o buscador ou o Gmail, mas com projetos pessoais.
Os resultados eram agrupados no Google Labs, o site da divisão de ideias experimentais da companhia. Lá iam parar ideias como a do Guru, o robô que responde perguntas no Gtalk, ou o Google Body, espécie de buscador do corpo humano.
  
A área reúne vários outros projetos interessantes e serviu de inspiração para o Gmail Labs, que fornece melhorias e produtos nichados para o serviço de e-mail. Portanto, foi com surpresa que todos receberam o post desta terça-feira no blog oficial do Google que anuncia o fechamento do Labs, justificado pelo Google como uma forma de tornar o trabalho dos programadores “mais focado em produtos”. O comunicado explica a decisão:
“Na última semana nós explicamos que a partir de agora priorizaríamos os nossos esforços nos produtos. Como parte desse preocesso, decidimos fechar o Google Labs. Aprendemos muito lançando protótipos no Labs, mas acreditamos que precisamos de mais foco se quisermos aproveitar as grandes oportunidades que virão”.
“Em vários casos, isso significará o fim do experimento do Labs. Em outros, poderemos notar a incorporação de produtos e tecnologias do Labs em outras áreas. E muitos dos produtos do Labs que são apps do Android continuarão disponíveis no Android Market”.
O site de tecnologia ZDNet observa que este é o sinal mais forte, até agora, de que a companhia está se concentrando em uma quantidade menor de projetos destinados “a criar os maiores benefícios financeiros”. Embora o Google Labs tenha gerado alguns projetos interessantes, como Google Body, Google Groups, Google Maps e Google Reader, a medida faz sentido no âmbito dos negócios.
O Mashable relembra a ideologia pregada pelo Google Labs durante anos: “um playground onde nossos usuários mais aventureiros podem brincar com protótipos de algumas das nossas ideias mais selvagens e loucas e oferecer um feedback diretamente para os engenheiros que as desenvolveram”.


Assinado por  Bill Coughran, vice-presidente de pesquisa e infraestrutura de sistemas do Google, o post informa que a medida quer tornar o trabalho dos programadores “mais focado em produtos”.O Google é famoso por permitir que seus funcionários gastem aproximadamente 20% do seu tempo em projetos que "não estão necessariamente em seus job description".
"Na última semana nós explicamos que a partir de agora priorizaríamos os nossos esforços nos produtos. Como parte desse preocesso, decidimos fechar o Google Labs. Aprendemos muito lançando protótipos no Labs, mas acreditamos que precisamos de mais foco se quisermos aproveitar as grandes oportunidades que virão”.
O Google Labs possui 56 produtos. Algumas experiências Labs serão incorporada em produtos do Google ou permanecer disponíveis como aplicativos para dispositivos rodando no software Android, de acordo com Coughran.
A empresa já postou centenas de experimentos no site, incluindo os hoje "promovidos" Google Reader, Google Groups, Google Maps e o iGoogle.


Abraços,

Ricardo Aguero
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