Blog de dicas de informática (principalmente) o que não nos impede de vez em outra falarmos de filmes, cultura, música, etc...Dando maior ênfase a informática voltada para pessoas que ainda estão aprendendo a lidar com o assunto. Entrando agora no mundo da tecnologia e da WEB.
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Galera, hoje é dia dos namorados, tá certo, com coisa que você não sabia...rs...mas vou mostrar para vocês os 5 casamentos mais GEEKS que já ocorreram (tá no site da INFO) além do casamento mais criativo (esse eu recebi pelo BUZZ do meu amigo Gean).
Final de semana de dia dos namorados. O amor está no ar – assim como muitas frases clichês e balões de coração.
1- Star Wars
Nadia e Dale se casaram em uma linda locação em Queensland, na Austrália, no dia 15 de agosto de 2010. Ele, de Jedi; ela, de princesa Leia. Stortroopers serviram de padrinhos neste casamento temático Star Wars com direito a um R2-D2 projetor carregou as alianças, bolo do Jabba the Hutt e, claro, convidados vestidos a caráter.
2- Super-heróis
Megan e Thomas decidiram reveler suas identidades secretas no dia do casamento. A deles e a de todos os padrinhos, vestidos de capa e com pinta de heróis.
3- Final Fantasy
Essa americana fanática por games diz ter sempre sonhado em se casar como uma princesa – no caso, como a Peach, do Super Mario. O problema na hora de mandar fazer o vestido? Rosa não ficava bem em sua pele… O noivo então fez o pedido que acabou sendo a solução perfeita: “Amor, eu adoraria te ver em algo verde e florido”. Hum…. Com vocês, a noiva Rydia, do Final Fantasy IV!
4- Senhor dos Anéis
Sara e JT se casaram nos Estados Unidos em 31 de outubro – mas a festa bem poderia ter se passado na Terra Média. O casamento completamente inspirado no Senhor dos Anéis tinha como tema o Condado- e vestidos, roupas, bolos e decoração lembravam os hábitos de Frodo e companhia.
5- Super Mario
A prova de que as vezes menos é mais: Erin e Jared só precisaram oferecer um bigode a cada convidado para que a festa ganhasse outra cara.
E agora o casamento mais criativo...já tinha visto alguns...mas esse merece o OSCAR...rs...parafraseando o Gean no BUZZ "...não há limites para criatividade..."!!!!!
Todas as redes sociais divulgam informações e armazenam as mesmas em seus servidores, todas, sem excessão seja em maior ou menor escala, mas todas elas possuem e utilizam essas informações a seu bem entender.
O Facebook vem sofrendo uma série de "chamadas" de seus usuários, justamente por causa disso. O mais recente caso que está em processo de verificação, inclusive no Brasil, é a opção de "marcar fotos". Pois estariam deixando a todos essa informação disponível. Para evitar isso, saiu uma reportagem no IG Tecnologia com as melhores prática de uso do facebook. Vou disponibilizar aqui também para vocês:
O primeiro passo é adotar uma postura mais cautelosa ao publicar qualquer tipo de dado na rede. Além disso, é interessante conhecer bem os mecanismos de privacidade do Facebook para ajustá-los de acordo com suas preferências.
BOAS PRÁTICAS
1. Não aceite ou convide qualquer um para ser seu amigo. A partir do momento da aceitação do pedido todas as informações de seu perfil estarão expostas para esta pessoa.
3. Quando acessar o Facebook a partir de um computador de terceiros, certifique-se de que a caixa “Mantenha-me conectado” esteja desmarcada durante o login.
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Caixa de memorização de login deve ficar desmarcada
4. Nunca coloque números de telefone ou endereços físicos residenciais e comerciais no seu perfil. Siga isto mesmo com a opção de bloqueio de visualização deste conteúdo em específico disponível.
5. Evite publicar conteúdo que possa ser embaraçosos para você ou seus amigos. Mesmo que seja apagado mais tarde, o material continuará arquivado nos servidores do Facebook. E pode ser distribuído em caso de invasão ao site.
6. Nunca clique no botão “Curtir” se não tiver certeza da autenticidade da fonte. Esse botão é muito comum para disseminar spam na rede social.
7. Desconfie dos anúncios. Muitos podem oferecer produtos realmente úteis, mas outros podem conter pegadinhas como inclusão em listas de spam ou até mesmo vírus.
8. Não assista a vídeos de links duvidosos. Existe o risco de que o vídeo solicite a instalação de um programa auxiliar para que seja exibido. Em alguns casos, esse “programa auxiliar” é um software malicioso.
9. Pense duas vezes antes de instalar aplicativos. Muitos deles acessam dados pessoais e os espalham. Por isso, procure instalar apenas aplicativos necessários ou de empresas conhecidas e de boa reputação online.
CONFIGURAÇÕES DE PRIVACIDADE DO FACEBOOK
Crie listas de amigos para compartilhar conteúdo de forma específica
Organizar os amigos em listas dá um pouco de trabalho, mas permite gerenciar melhor quais de seus contatos terão acesso a cada tipo de conteúdo. Para criar grupos de amigos no Facebook, faça o seguinte:
1. Vá em “Conta”;
2. Clique em “Editar amigos”;
3. Selecione “Criar uma lista”;
4. Adicione os respectivos amigos.
Para usar a lista faça o seguinte:
1. Vá em “Conta”;
2. Selecione “Configurações de privacidade”;
3. No subtítulo “Compartilhando no Facebook” clique “Personalizar configurações”;
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4. Escolha diferentes áreas e personalize conforme necessidade.
5. Preencha os campos devidos como o nome de um amigo ou lista para ocultar ou permitir a visualização da área em questão.
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Se utilize do recurso de listas também com tudo que for postado. Procure pelo cadeado e siga as instruções acima.
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Limite a visualização por terceiros da lista de amigos
Por razões variadas, muita gente não gosta de divulgar sua lista de amigos para terceiros. No Facebook é possível proteger essa lista, seguindo os seguintes passos.
1. Vá em “Conta”;
2. Selecione “Configurações de privacidade”;
3. No subtítulo “Conexões no Facebook” clique em “Ver configurações”;
4. Na área “Ver sua lista de amigos” coloque a opção que achar adequada. É recomendado sempre colocar “Somente amigos”.
Bloqueie informações do perfil em mecanismos de busca
Algumas informações públicas de perfis do Facebook aparecem em buscas feitas no Google e em outras ferramentas. Para evitar que isso ocorra faça o seguinte:
1. Vá em “Conta”;
2. Selecione “Configurações de privacidade”;
3. No subtítulo “Aplicativos e sites” clique em “Edite suas configurações”;
4. Na área “Prévia pública” clique em “Editar configurações”;
5. Desmarque a caixa de seleção “Habilitar prévia pública.
Pode ser que leve algum tempo até que os dados desapareçam das buscas, mas com o tempo eles sumirão.
Limite a visualização de fotos marcadas
É cada vez mais comum que usuários do Facebook publiquem fotos e marquem as imagens com links para o perfial das pessoas fotografadas. Este recurso é muito legal em fotos como as da turma do colégio, mas pode ser inconveniente e até mesmo comprometedor em outras circunstâncias. Para ficar livre desta preocupação faça o seguinte:
1. Vá em “Conta”;
2. Selecione “Configurações de privacidade”;
3. No subtítulo “Compartilhando no Facebook” clique “Personalizar configurações”;
4. Na área “Fotos e vídeos nos quais fui marcado” clique em “Editar configurações”.
5. Clique em “Personalizado” e selecione de preferência “Somente eu” para ser o único que poderá ver tal foto.
Desabilite a divulgação de sua localização por terceiros
Um configuração que passa despercebida, mas pode causar muitas “saias justas”, é a possibilidade de outros usuários do Facebook marcarem em que local você se encontra. Para desativar este recurso faça o seguinte:
1. Vá em “Conta”;
2. Selecione “Configurações de privacidade”;
3. No subtítulo “Compartilhando no Facebook” clique “Personalizar configurações”;
4. Na área “Amigos podem me colocar em Locais” clique em “Editar configurações”.
5. Selecione “Desativado” e clique em OK.
Desative informações compartilhadas por amigos
Esta dica ficou por último porque, mesmo quando todos os passos já mencionados são seguidos, uma brecha permanece disponível. Seus amigos, sem saber, podem fornecer informações de seu perfil por meio de aplicativos e jogos. Para evitar esse problema, faça o seguinte:
1. Vá em “Conta”;
2. Selecione “Configurações de privacidade”;
3. No subtítulo “Aplicativos e sites” clique em “Edite suas configurações”;
4. Na área “Informações acessíveis por meio de amigos” clique em “Editar configurações”;
Se vocês ainda não viram a propaganda da Vivo, eu não vi uma única pessoa que não tenha gostado e entra muito no clima dos namorados, mas temos uma saia justa com os "criadores" da campanha...rs...explico...já havia sido feita a mesma propaganda no ano de 2002 por outra operadora de telefonia na época...vou deixar os dois vídeos abaixo e vocês tirem suas próprias conclusões.
Plágio ou não o que conta nem são as campanhas mas a música fala por si.
Vendo o Blog Oficial do Twitter acabei me deparando com uma notícia muito aguardada por todos. O encurtamento dos links automaticamente.
"...Sharing links on Twitter.com is now simple and instant. Plus, since we show a shortened version of the original link, people will know which site the link points to. This service also increases security. If users click links that are reported as malicious, we direct them to a page that warns them...."
"...Compartilhamento de links no Twitter.com é agora simples e instantâneo. Além disso, uma vez que mostram uma versão encurtada do link original, as pessoas vão saber em qual site o link aponta. Este serviço também aumenta a segurança. Se os usuários clicam em links que são relatados como malicioso, é encaminhado para uma página com o aviso...."
Isso ae, mas não achei a opção que diz se esse serviço está ativo já no Brasil...mas com certeza teremos novidades...
Como sempre um vídeo com mais dicas sobre o assunto:
Isso mesmo...o Google homenageia o guitarrista Les Paul no Doodle de hoje. O maior barato desse Doodle é que você pode tocar as cordas como se fosse uma guitarra, isso ocorre ao utilizar o teclado abaixo da logo e começar a digitar os acordes no teclado como se fosse uma guitarra...show de bola.
Vários amigos meus estão comentando sobre a logo no meu buzz e no meu twitter e deixando informações de notas musicais para tocar, vou deixar algumas para vocês:
Hoje, de acordo com várias fontes da internet de tecnologia, GOOGLE, FACEBOOK e AKAMAI farão toda a migração de sua rede para o IPV6. Isso funcionará por 24 hrs. Aí vem a pergunta, em que isso me afeta? Aparentemente em nada, desde que você tenha um modem mais atualizado de banda larga. No caso de modens antigos vai ser necessário uma troca pela operadora em questão. Prometo tentar ser o mais didáticoque eu possa, pois é um assunto muito técnico mas vou tentar fazer o possível.
Os endereços IP na versão 4 são formados por quatro sequências de números separados por pontos (200.227.124.255). Isso ocorre toda vez que você acessa um site, por exemplo você digita um "http://inforesgate.blogspot.com" para acessar meu blog, mas na realidade ele está acessando o endereço "74.125.159.132", quem faz isso para você, sem perceber que esses números existem, é o protocolo DNS (mas não vou falar dele agora, basta saber que ele existe...rs).
Por quê as gigantes estão mudando para o IPV6?
Simples, esses números do IPV4 estão se esgotando.
Mas como, por quê?
Porquê eles foram idealizados inicialmente para o meio acadêmico e isso foi lá para meados do início dos anos 80, onde tinham somente alguns computadores das universidades conectados, cada um com seus respectivo IP. Por volta de 1983, ela poderia ser considerada um rede predominantemente acadêmica, com cerca de 100 computadores interligados. Contudo, seu crescimento foi exponencial e o início de sua utilização comercial, por volta de 1993, aliado à política então vigente de alocação de endereços, aparentemente poderiam fazer com que seu espaço de endereçamento se esgotasse num prazo de 2 ou 3 anos. Previa-se, já naquela época, um possível colapso no crescimento da rede.
Porquê esse esgotamento de endereços já não ocorreu naquela época?
Foram criadas maneiras de dividir os endereços surgindo assim subdivisções do mesmo (desculpem mas essa parte é muito técnica):
Dividiu-se esse espaço em 3 classes, à saber:
Classe A: com 128 segmentos, que poderiam ser atribuídos individualmente às entidades que deles necessitassem, com aproximadamente 16 milhões de endereços cada. Essa classe era classificada como /8, pois os primeiros 8 bits representavam a rede, ou segmento, enquanto os demais poderiam ser usados livremente. Ela utilizava o espaço compreendido entre os endereços 00000000.*.*.* (0.*.*.*) e 01111111.*.*.* (127.*.*.*).
Classe B: com aproximadamente 16 mil segmentos de 64 mil endereços cada. Essa classe era classificada como /16. Ela utilizava o espaço compreendido entre os endereços 10000000.0000000.*.* (128.0.*.*) e 10111111.11111111.*.* (191.255.*.*).
Classe C: com aproximadamente 2 milhões de segmentos de 256 endereços cada. Essa classe era classificada como /24. Ela utilizava o espaço compreendido entre os endereços 11000000.0000000.00000000.* (192.0.0.*) e 11011111.11111111.11111111.* (213.255.255.*).
Compreenda-se que o espaço reservado para a classe A atenderia a apenas 128 entidades ligadas à Internet, no entanto, ocupava metade do espaço disponível. Não obstante, empresas e entidades como HP, GE, DEC, MIT, DISA, Apple, AT&T, IBM, USPS, dentre outras, receberam alocações classe A.
As previsões iniciais, no entanto, de esgotamento quase imediato dos recursos, não se concretizaram, devido ao desenvolvimento de uma série de tecnologias, que funcionaram como uma solução paliativa para o problema trazido com o crescimento acelerado.
Dentre essas soluções pode citar-se o CIDR (Classless Inter Domain Routing), ou roteamento sem uso de classes, que é descrito pela RFC 1519. Com o CIDR foi abolido o esquema de classes, permitindo atribuir blocos de endereços com tamanho arbitrário, conforme a necessidade, trazendo um uso mais racional para o espaço. O CIDR permitiu também a agregação de informação nas tabelas de roteamento, que estavam também crescendo exageradamente, colaborando para sua viabilidade.
Outra solução importante foi o uso da RFC 1918, que especifica os endereços privados, não válidos na Internet, nas redes corporativas. Geralmente esses endereços são utilizados em conjunto com NAT (Network Address Translation). O NAT permite que com um endreço válido apenas, toda uma rede baseada em endereços privados, tenha conexão, embora limitada, com a Internet. Essa solução é largamente utilizada e chega-se a questionar seu caráter paliativo, no entanto, o NAT traz uma série de problemas: ele acaba com o modelo de funcionamento fim a fim (peer to peer), trazendo complicações ou impedindo o funcionamento de uma série de aplicações, como por exemplo aplicações de voz sobre IP baseadas em SIP; ele não escala bem, pois exige processamento pesado; ele não funciona com IPsec; ele funciona como um stateful firewall, dando uma falsa sensação de segurança a muitos administradores de rede e colaborando para a não adoção de boas práticas de segurança nas empresas; entre outros.
Deve-se citar ainda o DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol), descrito pela RFC 2131. Esse protocolo permite a alocação dinâmica de endereços IP, o que trouxe a possibilidade aos provedores de reutilizarem endereços Internet fornecidos a seus clientes para conexões não permanentes, como as realizadas através de linhas discadas ou ADSL.
O conjunto dessas tecnologias reduziu a demanda por novos números IP, de forma que o esgotamento previsto para a década de 1990, ainda não ocorreu. No entanto, não estamos hoje em uma situação completamente confortável, pois o esgotamento no IANA, que é a entidade que controla mundialmente esse recurso, é previsto para 2010 e nos Registros Regionais, como o LACNIC, que controla os números IP para a América Latina e Caribe, em algum momento entre 2012 e 2014.
Com o IPV4 com os dias contados, desenvolveu-se desde a década de 90 o IPV6. O IPv6 utiliza letras e números em um endereço maior: agora pode ter até oito conjuntos de caracteres separado por dois pontos
(2001:12ff:0:7::143).
Por que foi necessário desenvolver o IPv6?
A partir da década de 90, a internet passou a ser acessada por mais pessoas, o que levou a um uso maior dos endereços IPv4. Como o número de endereços é limitado (no total, o IPv4 oferece 4.294.967.296 endereços), foi desenvolvida uma nova versão do protocolo IP que oferecesse mais endereços e suportasse o crescimento da internet. O IPv6 se tornou mais importante agora, pois os endereços IPv4 estão acabando.
Preciso fazer algo para me adaptar ao IPv6?
O internauta só precisa se preocupar com o IPv6 caso use um sistema operacional, modem ou roteador antigos. Para usar o IPv6, será necessário usar distribuições do Linux a partir do Kernel 2.4, Windows 2000, XP, Vista e 7, ou MacOS X. Todos eles já suportam ou têm recurso IPv6 nativo. No caso dos modems, os aparelhos muito antigos devem ser trocados pela sua operadora ou receberão atualização de software. A situação é a mesma com os roteadores com ou sem fio, que precisarão ser trocados, caso sejam muito antigos.
Para os internautas por enquanto nada muda, uma vez que a maioria dos sistemas operacionais e roteadores mais recentes já estão preparados para o novo protocolo. As operadoras de Internet, por outro lado, deverão atualizar o modem de seus usuários para que estes não tenham problemas, além disso, uma boa parte da infra estrutura atual deverá ser atualizada, implicando em gastos das empresas e do governo, por este motivo ainda há uma certa resistência a nova versão do protocolo. Mas esta reestruturação é inevitável, uma vez que alguns serviços e parte das ferramentas de segurança disponíveis não funcionam com a IPv6.
Nos EUA, o prazo é curto, de acordo com John Curran (CEO da American Registry for Internet Numbers – Arin), de três a nove meses. No Brasil o problema ainda não é tão urgente como nos EUA, por aqui, a previsão do Comitê Gestor da Internet (CGI) é de que os estoques durem até 2012. Daí em diante, durante alguns anos a versão atual do protocolo de internet (IPv4) deve conviver com o IPv6 até que um padrão substitua o outro. Atualmente, apenas alguns sites como o YouTube e o Google já estão operando com IPv6, e segundo a Google, apenas 0,2% de todas as redes do mundo deverão adotar o modelo IPv6 ainda em 2011.
Para incentivar as prestadoras de serviços, fabricantes de hardware, desenvolvedores de sistemas e empresas de Web, a Internet Society instituiu o Dia Mundial do IPv6 em 8 de junho de 2011. Neste dia, alguns sites importantes como Google, Facebook, Yahoo, Bing e Terra Brasil, dentre outros funcionarão por 24 horas com o novo protocolo. O principal objetivo é ver como a nova versão se comportará com o tráfego intenso de acessos. Para saber mais sobre o Dia Mundial do IPv6 acesse: http://isoc.org/wp/worldipv6day/
IPv4
IPv6
Os endereços têm 32 bits (4 bytes) de tamanho.
Os endereços têm 128 bits (16 bytes) de tamanho.
Registros de endereço (A) no DNS mapeiam nomes de hosts para endereços IPv4.
Registros de endereço (AAAA) no DNS mapeiam nomes de hosts para endereços IPv6.
Registros do tipo Pointer (PTR) no domínio IN-ADDR.ARPA DNS mapeiam endereços IPv4 addresses para nomes de hosts.
Registros do tipo Pointer (PTR) no domínio IP6.ARPA DNS mapeiam endereços IPv6 para nomes de hosts.
IPSec é opcional e deverá ser suportado externamente.
O suporte ao IPSec não é opcional.
O cabeçalho não identifica o fluxo de caminho ou tipo de tráfego para tratamento de QoS pelos roteadores.
O cabeçalho contém o campo Flow Label, que identifica o caminho e associa datagramas que fazem parte da comunicação entre duas aplicações e o campo Traffic Class, que assinala a classe do serviço e permite tratamento de QoS pelo roteador.
Tanto os roteadores quanto o host de envio fragmentam os pacotes.
Os roteadores não suportam a fragmentação de pacotes. O host de envio efetua a fragmentação de pacotes.
O cabeçalho inclui o Checksum, campo de verificação para o cabeçalho do datagrama.
O cabeçalho não inclui o campo Checksum.
O cabeçalho incluí opções.
Dados adicionais são suportados através de cabeçalhos de extensão.
ARP usa pedidos de broadcast ARP para resolver endereços IP para endereços MAC/Hardware.
Utiliza mensagens Multicast Neighbor Solicitation para resolver os endereços IP para endereços MAC.
O Internet Group Management Protocol (IGMP) gerencia os membros de grupos de subrede locais.
As mensagens Multicast Listener Discovery (MLD) gerenciam os membros em grupos de subrede locais.
Endereços de Broadcast são usados para enviar tráfego a todo os nós de uma subrede.
O IPv6 usa um escopo de endereço multicast link-local para todos os nós.
Pode ser configurado manualmente ou por DHCP.
Não requer configuração manual ou DHCP.
Deve suportar um tamanho de pacote de 576-byte (possivelmente fragmentado).
Deve suportar um tamanho de pacote de 1280-byte (sem fragmentação).
Recebi essa postagem no meu BUZZ do meu amigo Charlys e estoiu postando aqui no meu blog e compartilhando com todos na internet...achei bem divertido e a realidade é essa...rs...e adicionei uns vídeos bem legais abaixo das imagens.
Vou deixar também alguns vídeos com os desenhos que marcaram a minha infância e a de muitos marmanjos de hoje. Uma compilação do que empolgava a infância nos anos 80 do milênio passado, quem saboreou isso tudo hoje são homens felizes e nostálgicos de algo muito especial, emoção. Algo que desaparece na atualidade: