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sábado, 23 de abril de 2011

Acessando e configurando redes Wi-Fi de forma segura


Dicas para acesso seguro a redes públicas e domésticas. 
Notebooks, celulares, Carros, TV´s e até tocadores digitais têm conexão sem fio à web.

As redes Wi-Fi, que funcionam sem a necessidade de fios, estão cada vez mais comuns. Os equipamentos para construir esse tipo de rede estão com preços bem acessíveis e não é difícil configurá-los. Notebooks, netbooks, smartphones, TV´s, DVD´s, carros e até tocadores digitais, como o iPod touch, possuem conectividade Wi-Fi. Às vezes a comodidade é tanta que preocupações com segurança nem passam pela cabeça do usuário. Por isso, hoje vou dar dicas sobre como usar com segurança redes sem fio públicas e como configurar sua própria rede wireless. 

TV´s, Carros, Câmeras digitais, notebooks, celulares, reprodutores de mídia portáteis e porta-retratos digitais são alguns dos equipamentos capazes de usar redes sem fio. (Foto: Divulgação )


Cuidados e considerações ao acessar redes públicas
Em uma rede com fios, a conexão está, no mínimo, limitada aos computadores que estão cabeados na mesma rede. Dependendo do tipo de equipamento usado na rede, pode ser até mesmo que nenhum outro computador além do seu tenha acesso aos dados que estão trafegando pelos fios. 

Isso é bem diferente de uma rede Wi-Fi. Quando não há fios, nenhum equipamento sabe exatamente onde está o outro. Os dados não são enviados diretamente ao destino. Em outra palavras, todas as senhas, mensagens e dados da conexão estão “no ar”.

Em uma rede pública, que pode ser acessada por qualquer um, a implicância disso é gravíssima. Se a rede for configurada de forma inadequada, qualquer pessoa pode capturar o que está sendo transmitido. Infelizmente, essa configuração inadequada é muito comum, especialmente em locais pequenos em que nem compensa configurar uma rede sem fio com as ferramentas que tornam seguro seu uso.

Até mesmo alguns provedores pequenos de internet via rádio, que usam essa mesma tecnologia, pecam na configuração de segurança da rede.

Idealmente, ninguém acessaria uma rede pública diretamente. O acesso deveria ser feito por meio de uma VPN (Virtual Private Network), ou “Rede Virtual Privada”. Com uma VPN, o tráfego do seu computador é direcionado a outro sistema na internet (a VPN), que, por sua vez, se encarregaria de realizar o acesso.

Usando esse recurso, você estaria acessando diretamente apenas o provedor de VPN. Isso permitiria que a conexão entre você e ele fosse protegida com a codificação de todas as mensagens. Somente o sistema da VPN consegue decodificá-las, para daí sim enviá-las à internet. Desse modo, suas senhas jamais trafegariam desprotegidas pela rede pública.

No entanto, configurar uma VPN pessoal é difícil e seu uso é pouco cômodo. Normalmente é preciso pagar pelo serviço, porque no mínimo você precisaria de um computador ligado em casa 100% do tempo para usá-lo de VPN. A conexão também fica mais lenta.

Considerando essa dificuldade em obter segurança no uso de redes públicas, torna-se importante observar algumas dicas: 

1) Se o navegador web possui um modo de privacidade, utilize-o.

Ampliar FotoFoto: Reprodução

Recurso de navegação anônima está disponível também no Internet Explorer 8 e no beta do Firefox 3.5. (Foto: Reprodução)

Não raramente temos o hábito de pedir que os sites se “lembrem” de nós para não precisarmos digitar o usuário e a senha. Para conseguir isso, o site armazena informações no computador por meio de cookies. Esses cookies são enviados toda vez que você acessa uma página no site que o criou e, se capturados, podem permitir que alguém acesse sua conta (no Orkut, nos fóruns, etc). O modo de privacidade dos navegadores garante que os cookies não sejam enviados. Logo, você não terá login automático em nenhum site.

2) Cuidado com logins em websites e outros serviços.
Se o site tiver o “cadeado de segurança”, a senha não será transmitida de forma desprotegida pela rede e não há risco de ela ser roubada. No entanto, se você marcar a caixa para que o site se lembre de você, começarão a ser transmitidos os mesmos cookies que você precisa proteger. Quando você não marca a opção para que o site se lembre, o cookie configurado é temporário e, se alguém roubá-lo, não poderá usá-lo. Já se não houver o cadeado de segurança, a senha é transmitida de forma “limpa” pela rede e qualquer um poderá roubá-la. 

3) Se for enviar e-mail, verifique a disponibilidade de criptografia.

Ampliar FotoFoto: Reprodução

Serviço do Google foi o pioneiro a oferecer a habilitação de SSL em todas as páginas e não somente no login. (Foto: Reprodução )

O Gmail é um dos poucos serviços gratuitos de e-mail que tem a opção de uso de SSL em todas as suas páginas. Está nas configurações. Em programas de e-mail como o Outlook Express, o ideal é verificar se o provedor do serviço tem suporte a criptografia (chamada de SSL ou TLS) e ativar.

4) Fique atento a avisos de segurança.
Certificado de segurança inválido? Expirado? Dobre a atenção a todos os avisos de segurança, tanto em navegadores como em programas como o MSN. Além de conseguir capturar o que passa pela rede, criminosos podem conseguir se passar como responsáveis pelos sites. Porém, se o site utiliza um certificado de segurança, sua senha ainda estará segura.
5) No MSN, conversas são reveladas. Para o login, o MSN usa um certificado de segurança, o que protege sua senha. No entanto, suas conversas serão transmitias em texto simples, ou seja, qualquer um poderá ver o que está sendo dito.

Vale lembrar que, se a rede tiver proteção adequada, com criptografia WPA2 com senhas não-compartilhadas, ela será quase tão segura quanto as redes cabeadas. Os cuidados acima são para as redes públicas, normalmente encontradas em estabelecimentos comerciais, algumas universidades e locais do gênero. 
Cuidados com a rede sem fio doméstica
Redes Wi-Fi são cômodas e facílimas de configurar. No entanto, a segurança não pode ser deixada de lado. Abaixo, confira uma “lista prática” de coisas a fazer para tornar sua rede protegida contra abusos e ataques.

1) Mude a senha padrão do access point ou roteador Wi-Fi.

Ampliar FotoFoto: Reprodução

Uma senha padrão é o mesmo que não ter senha. A tela de login do roteador Wi-Fi da foto já inclui a senha padrão. (Foto: Reprodução )

Existem códigos maliciosos que alteram a configuração dos equipamentos de rede para redirecionar websites. Alterando a senha padrão do equipamento, você garante que ninguém terá acesso fácil às configurações do modem.

2) Configure autenticação WPA ou WPA2.
Com essa opção, sua rede sem fio estará protegida com uma senha que, além de restringir o acesso, também protege a comunicação. Procure uma senha longa, com no mínimo 20 caracteres – acima de 40 é recomendado. Como essa senha tem o objetivo de impedir especialmente que vizinhos e espertinhos acessem sua rede, você terá de digitar a senha apenas uma vez nos seus computadores. O WPA2 é melhor que o WPA comum, porém só está disponível em Windows Vista e Windows XP SP3. Não use WEP!

3) Mude o SSID do Wi-Fi.
SSID é o “nome” da rede. Pode não parecer importante mudar isso, exceto por um detalhe: o SSID contribui para a segurança da autenticação da rede no WPA. Existem diversas tabelas de senhas já quebradas em SSIDs configurados de fábrica. Modificar o SSID para algo personalizado garante que essas tabelas sejam inutilizadas.

4) Acione o filtro MAC (Opcional).
O MAC é o endereço físico de uma placa de rede. Não é único para cada placa, mas é quase. O filtro MAC garante que somente computadores autorizados acessarão a rede. É um passo a mais para configuração, e indesejado se muitos computadores diferentes e aleatórios usarão a rede. Mas é ótimo se você tem um número fixo de computadores – por exemplo, você montou a rede sem fio para conectar computadores de mesa, ou usará somente um ou dois notebooks.

Configure seu roteador Wi-Fi para usar WPA – preferencialmente WPA2. Atualmente, WEP não é mais suficiente. (Foto: Reprodução )

Todos os equipamentos Wi-Fi modernos têm capacidade para esses recursos. Se o equipamento tiver apenas suporte à criptografia WEP, por exemplo, vale a pena trocar por algo mais novo – o WEP ainda deixará a rede vulnerável.

Como realizar cada uma dessas configurações você pode descobrir no manual do seu equipamento ou por meio de consultas na internet. Na maioria das vezes, será preciso apenas acessar o painel de administração do dispositivo e alterar os valores nos formulários. 

No site da Revista INFO tem um curso gratuito de REDES WIFI, só clicar abaixo:

Curso INFO: Aprenda a configurar uma rede Wi-Fi




Como sempre um vídeo para melhor entendimento do assunto:


Abraços!!!!

Ricardo Aguero

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Jovem é detido por vender Mortal Kombat na internet

Um rapaz de 26 anos foi detido na terça, 19, em Manaus por vender pela internet há quinze dias a nova edição do jogo Mortal Kombat para PlayStation 3. O jogo seria lançado nos Estados Unidos na terça e só no final do mês no Brasil.

Kaleb Yuzo Ketlle prestou depoimento à polícia civil e teve seu computador e outros equipamentos de informática apreendidos. A reportagem procurou Ketlle, mas não obteve retorno dos telefonemas.
“Com as investigações, o rapaz poderá ser indiciado por receptação, violação de direitos autorais, entre outros crimes”, afirmou o delegado da polícia civil Orlando Amaral.
Segundo o delegado, o rapaz afirmou que comprou cópia do jogo em um camelô que vende DVDs, jogos e Blu-Rays piratas no centro de Manaus.
Mas, de acordo com Amaral, seu depoimento não convenceu a polícia. “Vamos investigar se ele estava sozinho nessa história ou contou com a ajuda de algum funcionário da Sony, que tem fábrica em Manaus e fabrica o videogame”, disse.

Fonte: Link - Estadão

Abraços!!!

Ricardo Aguero

Setembro deve ocorrer o lançamento do iPHONE 5

A nova versão do iPhone, com um processador mais rápido, deve ser lançada em setembro, segundo informações extra-oficiais de funcionários da Apple. 


O iPhone 5 começará a ser produzido entre julho e agosto e terá aparência muito próxima da versão atual.

Sem confirmar o assunto, a Apple apenas divulgou nesta semana o resultado das vendas do iPhone, que atingiram até março a marca recorde de mais de 18 milhões e 600 mil aparelhos, mais do que o dobro do mesmo período do ano passado.

No período, a empresa faturou 24 bilhões e 700 milhões de dólares, um crescimento de 83% sobre o mesmo período de 2010.

Metade da receita da Apple vem hoje das vendas do iPhone.

O atual iPhone 4 foi lançado por Steve Jobs, o presidente da Apple, em junho do ano passado, e começou a ser distribuído naquele mesmo mês.


Notícia fresquinha...rs

Fonte: e-band

Campanha #dancarenata

Denílson não desiste e continua pedindo para a apresentadora do "Jogo Aberto" (BAND), Renata Fan, dançar. E ele vem aumento a pressão para conseguir realizar seu desejo. Agora, o comentarista pede para que os torcedores levem faixas aos estádios do Brasil com o "#dancarenata" escrito.

Vejam no vídeo abaixo..rs...a campanha tá ficando massa e bem legal...até eu entrei nessa...rs...








Celulares "Xing-Lings"

Resolvi falar desses celulares, porque, numa conversa informal com uma amiga, ela me perguntou várias coisas desses celulares chineses e assim como respondi a ela, vou deixar aqui disponível a todos...

MP8,9,10,11,etc… Assim são chamados os celulares chineses que hoje estão tomando conta da internet e de algumas lojas e camelôs do Brasil e do mundo. Mas você sabe o que realmente são, o que fazem, quais suas características, funcionalidades, benefícios ( se é que possuem ), e como funcionam? Pois bem, neste Post vou comentar um pouco sobre estas imitações de smartphones que estão roubando mercado das marcas tradicionais de aparelhos celulares e trazendo muita dor de cabeça aos seus consumidores.
Pesquisando em qualquer loja online, você vai rapidamente encontrar centenas de imitações do iPhone ou de aparelhos da Nokia, da HTC e de outros fabricantes, produzidos por empresas chinesas e vendidas sob diversas marcas. Veja, por exemplo, estes dois modelos anunciados na DealExtreme:

À primeira vista, parecem um Nokia N95 e um iPhone, mas são na verdade um "NokLa N95" e um SciPhone; dois clones made in China. Apesar da interface tentar imitar o sistema original, eles oferecem apenas algumas funções básicas (agenda, editor de texto, reprodução de arquivos MP3, AAC e vídeos 3GP, etc.) combinadas com uma câmera que tira fotos borradas e um navegador WAP, sem permitir a instalação de aplicativos e sem suporte a 3G ou qualquer outra função mais avançada.
Naturalmente, eles não rodam o S60 nem o iPhone OS, mas sim um sistema bem mais simples (mais a seguir). Eles são feitos com o objetivo de enganar o público que não sabe bem o que é um smartphone e não conhece as funções dos produtos originais e, infelizmente, têm obtido sucesso na empreitada, a ponto de alguns chegarem a recomendá-los em fóruns e comunidades.
Tendo o aparelho em mãos, não é muito difícil perceber que se trata de uma cópia (mais leve, acabamento ruim, tela touchscreen mesmo em em aparelhos que imitam o S60 3ed., botões de atalho impressos na parte inferior da tela, e assim por diante). O grande problema é que eles são muitas vezes vendidos em sites de leilão, como se fossem aparelhos originais. O vendedor pode jurar que se trata de um Nokia N95, mas ao comprar você recebe, na verdade, a imitação.
O mais interessante é que, mesmo entre os clones, existem aparelhos de melhor e de pior qualidade, pois é comum que um fabricante copie o firmware de um modelo lançado pelo outro e passe a produzir uma cópia similar (ou seja, um clone do clone), definitivamente uma situação esquisita. A maior parte destes aparelhos não passam pelos testes de emissão eletromagnética e muitos não possuem sequer um IMEI válido, ou seja, são simplesmente aparelhos ilegais, considerados um problema até mesmo na própria China.
Além das cópias, existem também diversos modelos originais, geralmente produzidos pelos mesmos fabricantes, que oferecem funções similares. Estes são menos ruins, já que pelo menos você sabe o que está comprando. É o caso dos "Foston", que são bastante comuns aqui no Brasil:

Apesar do preço ser convidativo, eles são, na verdade, apenas celulares burros, que não suportam sequer a instalação de aplicativos em Java. Você pode ouvir música, assistir alguns formatos de vídeo, assistir TV, usando o receptor analógico presente em alguns dos modelos, abrir arquivos TXT e fazer ligações de voz, mas nada muito além disso. Gostando ou não dos aplicativos pré-instalados, você fica restrito a eles. A única possibilidade de alterações no sistema reside em encontrar um firmware modificado, mas nesse caso as chances de sucesso são baixas, devido à grande quantidade de modelos e variações.
Tudo começou com os MP3 players, destinados a tocar música. Quando o padrão MPEG4 (para arquivos de vídeo) passou a ganhar popularidade, alguns fabricantes decidiram pegar carona, lançando os "MP4", capazes de reproduzir vídeos de baixa qualidade, no formato 3GP. Eventualmente, alguém teve a idéia de incluir câmeras nos aparelhos, aproveitando a grande disponibilidade de sensores para webcams (onde as imagens são capturadas com resolução de 320x240 ou 640x480 e são, em seguida, interpoladas até chegarem aos 2.0 ou 5.0 MP prometidos). Aproveitando o precedente, decidiram chamar os aparelhos de "MP5", dando origem à seqüência.
O próximo passo foi incluir os componentes de telefonia, fazendo com que os aparelhos oferecessem também a função de celular. Surgiram então os "MP6", que foram logo seguidos pelos "MP7", que incorporam um sintonizador analógico, servindo como uma TV de bolso.
Quase todos estes aparelhos são baseados nos chipsets MTK MT6225 ou MTK MT6226, produzidos pela MediaTek (http://www.mediatek.com), que produz também um enorme volume de chips e controladores usados em DVD players e em aparelhos de GPS. Eles são chipsets integrados, baseados em processadores ARM7EJ-S, bastante lentos para os padrões atuais (clock abaixo dos 100 MHz), mas, em compensação, são bem baratos, daí a popularidade entre os fabricantes chineses.
A aparência externa, assim como o visual da interface, varia bastante de acordo com os aparelhos, mas as características básicas dos aparelhos baseados nos chips MTK são:
* Suporte a arquivos de áudio em MP3, AAC ou WAV;
* Suporte a vídeos 3gp (com o codec h.263) com resolução de 176x144 e até 12 FPS;
* "Leitor de e-books", que suporta apenas arquivos TXT;
* Agenda, calculadora e alguns aplicativos simples;
* Menos de 1 MB de memória interna livre;
* Suporte a cartões de até 2 GB (e alguns dos cartões de 4 GB que não usam o padrão SDHC);
* Tela de 220x176 ou 320x240, com touchscreen;
* Sem suporte à instalação de aplicativos;
* Incluem alguns jogos simples em Java (que rodam usando o suporte nativo oferecido pelo processador, mais a seguir), mas não incluem uma JVM, o que impossibilita a instalação de outros jogos ou aplicativos em Java;
* Câmera de 640x480 (cujas imagens são interpoladas, resultando nos 1.3 MP, 2.0 MP, 3.0 MP ou qualquer que seja o valor incluído nas especificações).
Como comentei anteriormente, muitos modelos oferecem também um sintonizador de TV analógica, com uma antena retrátil e/ou o suporte ao uso de dois chips SIM, que funcionam em um sistema similar ao obtido ao usar um adaptador dual-sim, onde (embora tenha apenas um transmissor) o aparelho chaveia periodicamente entre os dois chips, o que permite receber ligações em ambos. Você pode, também, escolher entre os dois chips na hora de fazer chamadas.
Parte dos modelos são tri-band GSM (900/1800/1900) e não funcionam com a Vivo, enquanto outros são quad-band GSM (850/900/1800/1900) e funcionam com todas as operadoras. Todos oferecem suporte à rede de dados, mas ele é limitado ao GPRS, sem suporte a EDGE, muito menos a 3G. O navegador interno é um browser WAP bastante limitado, que não pode ser substituído devido à impossibilidade de instalar aplicativos.
Alguns aparelhos recentes são baseados em processadores MTK MT6227 ou MTK MT6229. A principal diferença é que estes chipsets oferecem suporte à câmeras de maior resolução. O MT6227 suporta câmeras de até 2.0 MP, enquanto o MT6229 suporta câmeras de até 3.0 MP. Naturalmente, o fato de existir suporte por parte do chipset não significa que os fabricantes realmente utilizem sensores de 2.0 ou 3.0 MP (que são bem mais caros que os de 640x480), apenas que a possibilidade existe.
Tanto os chips MTK MT6225 e MT6226 quanto os novos MT6227 e MT6229 são baseados no mesmo processador ARM7EJ-S. O que muda, são os clocks suportados (o MT6229 é o mais rápido, como seria de se esperar) e os componentes auxiliares incluídos no chip.
Os quatro são capazes de executar bytecodes Java nativamente (com suporte à extensão Jazelle), o que permite a inclusão dos jogos em Java presentes em quase todos os aparelhos. Alguns dos aparelhos mais recentes (como o Sciphone i68) incluem também uma JVM funcional, o que abre as portas para a instalação de aplicativos adicionais, embora de forma bastante limitada, devido às incompatibilidades e aos problemas de estabilidade.
Pesquisando na web, você encontra alguns dos firmwares com suporte a Java para download. Entretanto, não é possível usá-los para adicionar suporte a Java nos aparelhos antigos, pois os aparelhos com Java incluem uma quantidade maior de memória RAM.
O sistema operacional usado é o "MTK OS" que é, por sua vez, uma versão modificada do Nucleus OS (http://www.mentor.com/products/embedded_software/), um sistema RTOS para dispositivos embarcados. O termo "RTOS" (Real-Time Operating System) não se refere a um sistema operacional em especial, mas sim a uma classe de sistemas operacionais multitarefa, destinados a dispositivos embarcados, robôs e outros nichos, onde o tempo de resposta é um fator importante.
No caso dos telefones, o uso do MTK OS não tem muito a ver com ele ser um RTOS, mas, simplesmente, com o fato de ele ser um sistema leve, que oferece um bom suporte aos processadores usados e pode ser personalizado rapidamente. Essa facilidade de personalização deu origem às inúmeras interfaces diferentes usadas nos aparelhos (com cara de iPhone, de S60, etc.), muito embora trate-se, na verdade, do mesmo sistema:
 Alguns exemplos de interfaces usadas nos aparelhos com o MTK OS

A maioria dos aparelhos utilizam chips de memória Flash de 4 MB como memória de armazenamento (com menos de 1 MB livre), combinados com mais 2 ou 4 MB de memória RAM, o que dá uma idéia de quão simples é o MKT OS. A pouca memória interna é, naturalmente, complementada por um cartão de memória Flash (alguns aparelhos incluem também uma unidade não-removível de 1 ou 2 GB), cuja capacidade é o que normalmente aparece nos anúncios.
Essa primeira geração de aparelhos, baseada nos chips MTK, tem sido gradualmente substituída por uma nova geração de clones, baseados em chips TI OMAP de 200 a 400 MHz, tipicamente com 64 ou 128 MB de memória RAM. A maior parte destes novos aparelhos rodam versões piratas do Windows Mobile (geralmente extraídas do firmware de aparelhos da HTC), mas também existem alguns modelos com cópias do S60 (extraído de firmwares de aparelhos da Nokia).
Naturalmente, eles são mais parecidos com os originais, já que, apesar dos bugs e dos componentes ausentes, rodam o mesmo sistema operacional. Alguns deles são imitações do iPhone, o que deu origem ao boato de que era possível instalar o Windows Mobile nele:
 Modelo não identificado da Hitun e uma cópia do iPhone, ambos com o Windows Mobile

Estes aparelhos baseados em processadores TI OMAP são mais caros que os anteriores, já que os projetos são mais complexos e os componentes usados mais caros. Isso mostra que, quando usados componentes similares, a diferença de custo entre os aparelhos da Nokia (e de outros fabricantes) e os clones, na verdade não é tão grande assim.
A maioria dos aparelhos baseados em chips MTK custam (no exterior) entre 90 e 100 dólares (variando pouco, apesar das diferenças externas), enquanto os modelos novos custam, geralmente, entre 140 e 200 dólares. Alguns modelos com Wi-Fi e GPS chegam a ultrapassar a marca dos 300 dólares, como no caso desta cópia do HTC Touch:
Mesmo descartando todas as questões morais, eles não seriam boas opções de compra, pois possuem muitas das mesmas limitações óbvias dos modelos anteriores, como a falta de suporte a 3G ou EDGE (suportam apenas GPRS), falta de suporte a cartões SDHC e o uso de câmeras ruins. Outro problema é que o Windows Mobile e o Symbian são sistemas bem mais complexos que o MTK OS, o que resulta em muitos bugs e problemas de implementação.
Mesmo aparelhos de fabricantes como a Nokia e a HTC, que fazem um trabalho extensivo de correção de bugs e atualizações, são muitas vezes lançados no mercado com problemas graves na parte de software (geralmente corrigidos posteriormente, através de atualizações de firmware). Não seria muito inteligente esperar que fabricantes que produzem falsificações dos mesmos aparelhos, usando cópias do sistema extraídas de aparelhos com especificações diferentes, consigam fazer um trabalho melhor.
Um bom exemplo de fabricante especializado em produzir cópias é a HRF (também conhecida como Hi-Tech), que fabrica diversos modelos falsificados, incluindo aparelhos com cópias piratas do Windows Mobile, muitos deles rodando a interface TouchFlo (a usada pela HTC nos aparelhos da linha Touch), também pirateada. Estranhamente, é uma empresa de porta aberta, que aceita encomendas via web e mantém um catálogo no http://www.hrfpower.com/:

Estes aparelhos da HRF são o que podemos chamar de "cópias de primeira linha". Depois deles temos inúmeros outros, de segunda, terceira, quarta, quinta, etc. que naturalmente não possuem sites e catálogos.
Um bom lugar para se informar sobre os aparelhos fabricados na China e encontrar os fabricantes reais é o DIYTrade, um sistema B2B que lista os produtos da maior parte dos fabricantes, excluindo apenas os mais obscuros: http://www.diytrade.com
Não existe nenhum pudor com relação à natureza dos produtos. As cópias são anunciadas abertamente como sendo cópias, com informações sobre o fabricante real e sob as marcas sob as quais são vendidas. Este clone do Nokia N93i do screenshot, por exemplo, é anunciado como sendo "idêntico ao original", muito embora rode o mesmo MTK OS com a interface que imita o S60, como quase todos os outros:

A maioria dos fabricantes oferece a opção de colocar a própria marca do revendedor nos produtos (basta comprar uma quantidade estabelecida de unidades), como é, por exemplo, o caso da Foston. Muitos acham que a Foston é um fabricante, mas na verdade trata-se apenas de uma importadora que revende alguns dos produtos no Brasil.
Concluindo, já começam a surgir no horizonte alguns aparelhos baseados no Android, que pode ser uma solução para alguns fabricantes saírem da ilegalidade e passarem a desenvolver seus próprios modelos. Como o Android é distribuído sob uma licença que permite a redistribuição, os fabricantes podem simplesmente passar a usá-lo nos aparelhos compatíveis, sem precisar piratear outros sistemas. Isso pode eventualmente dar origem a uma nova safra de modelos baseados nele.
Infelizmente, velhos hábitos não são fáceis de abandonar. O primeiro chinês com o Android é o "Sciphone Dream G2" (http://mysciphone.com/G2Specia.asp), uma imitação do HTC G1, produzido pela mesma empresa que inaugurou os clones do iPhone:
 O Sciphone Dream G2

Apesar do nome, ele tem especificações bem inferiores às do HTC G1, a começar pela ausência do teclado QWERTY deslizante. A tela também usa uma resolução mais baixa (320x240, contra 320x480 do original), com uma película touchscreen menos sensível. O processador (um TI OMAP de 200 MHz) é consideravelmente mais lento, a câmera de "4 megapixels" usa, na verdade, um sensor de 1.3 MP (com interpolação via software) e ele também carece de suporte a 3G, ficando limitado ao GPRS e (diferente dos modelos anteriores) também EDGE.
Além da questão do aumento de custos (já que para oferecer suporte ao HSDPA é quase que obrigatório incluir um controlador adicional, para realizar o processamento dos sinais), outro motivo para os aparelhos fabricados na China não incluírem suporte a 3G é que o padrão em processo de implantação na China não é o UMTS (como usado na Europa e no Brasil), mas sim o TD-SCDMA, que é o padrão chinês.
Embora acabem sendo vendidos em várias partes do mundo, os aparelhos chineses são predominantemente destinados ao mercado doméstico (que não é nada modesto, já que o país tem mais de 1 bilhão de habitantes), de forma que, provavelmente, vai demorar até que os fabricantes passem a oferecer modelos com suporte ao UMTS, o que acaba anulando qualquer eventual vantagem com relação ao custo.
Concluindo, é importante enfatizar que nem todos os aparelhos fabricados na China são ruins ou são cópias de outros aparelhos. Além de todos os grandes fabricantes que possuem fábricas na China, existem também muitos fabricantes chineses respeitáveis que, com qualidade boa ou ruim, produzem seus próprios modelos, como a ZTE (que é relativamente desconhecida por aqui, mas é uma das maiores fabricantes na China) e a K-Touch.
O grande problema é que os fabricantes de aparelhos genéricos, que fabricam produtos de baixa qualidade, são os que têm melhores condições de venderem seus produtos a preços baixos, o que faz com que eles acabem sendo os mais exportados e, conseqüentemente, os mais conhecidos por aqui.

É, essa conversa rendeu um belo POST, se vocês não tiverem preguiça de ler, pois até eu tenho quando é algo assim muito grande...espero que gostem. Como sempre mais um vídeo para um bom entendimento do tema.
Abraços!!!

Ricardo Aguero

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Briga de gente grande: iOS x Android

Bom...já que comecei a falar de iOS e iDROID, vamos começar a falar dessa briga de gente grande.


Confira as armas dos softwares da Apple e da Google para conquistar os mercados de smartphones e tablets

A guerra entre as plataformas iOS e Android está esquentando. Apenas um dia após a Apple anunciar seu novo serviço de assinaturas direto nos apps, a Google respondeu com um modelo parecido. A gigante de buscas deve lançar em breve seu aguardado serviço de músicas para competir com o iTunes.
As duas companhias estão competindo tão de perto na “arena móvel” que às vezes é até difícil diferenciá-las. E quais são as armas das empresas para atrair o usuário padrão de smartphones? Veja abaixo uma análise sobre os principais recursos dos universos iOS e Android.

Aplicativos de terceiros

A Apple, o Google e a imprensa passaram muito tempo falando sobre quantos aplicativos as duas lojas possuem. A verdade é que cada uma delas atingiu há muito tempo sua massa crítica, que assegura que tenham os apps de terceiros que as pessoas querem, como Dropbox, Evernote, Angry Birds e o Kindle. Existem alguns “buracos”, como a ausência de um app do serviço Netflix para Android, mas cada uma das lojas possui uma quantidade mais que razoável de programas.
O iTunes possui mais de 350 mil aplicativos para iPhone e mais alguns milhares específicos para iPad. Já o Android tem mais de 100 mil apps, segundo a última contagem, no final de 2010, sendo que esse número deve ter crescido significativamente desde então. Um estudo recente da empresa de segurança Lookout descobriu que o Android Market possui uma taxa de crescimento três vezes maior do que a App Store, da Apple.

 Angry Birds faz sucesso nas duas plataformas


Música e vídeos

A versão americana da loja de canções do iTunes possui mais de 13 milhões de faixas e domina o mercado de música digital daquele país, com uma participação de cerca de 70%. A Google ainda não entrou no mercado de músicas digitais, mas a gigante de buscas tem falado sobre um serviço de músicas baseado na nuvem para Android há cerca de um ano. Durante o evento MWC 2011, em Barcelona, o CEO da Motorola Mobility, Sanjay Jha, disse que o serviço de música da gigante de buscas será lançado em breve. O Google e a Motorola possuem uma relação próxima quanto a produtos Android, como é o caso do primeiro tablet baseado na nova versão do sistema, o Motorola Xoom.
Quanto a vídeos, a Apple mais uma vez tem uma ampla seleção de filmes e programas de TV no iTunes, enquanto o Android depende de serviços de terceiros, como a Blockbuster.

Aparelhos móveis

O hardware é de longe o maior diferenciador entre as duas plataformas. A Apple atualmente vende apenas dois modelos de smartphones (nos EUA) – o iPhone 4 e o 3GS. Há diferentes opções de armazenamento para escolher, mas apenas dois modelos base diferentes. A companhia também comercializa o iPod Touch e o iPad, com o iOS.
Já o Android está presente em cerca de 40 smartphones disponíveis nos EUA, em todas as principais operadoras, enquanto o iPhone só pode ser comprado em duas. Até o momento, os únicos tablets significativos com sistema do Google foram o Galaxy Tab, da Samsung, e o Dell Streak 7, mas o Motorola Xoom e o HTC Flyer chegam em breve, assim como aparelhos de fabricantes como LG, Toshiba, o novo Galaxy Tab (Samsung) e muitos outros.



XOOM chegou para enfrenta de frente o iPAD da Apple

Set-top Boxes

As duas companhias estão usando suas plataformas móveis para entrar no altamente questionado mercado de set-top boxes, enfrentando concorrentes como Microsoft, TiVo e Roku. A Google TV é um projeto ambicioso que combina televisão, vídeos online e a web em uma plataforma para set-top boxes e HDTVs conectadas à rede. Mas a Google TV tem enfrentado resistência de grandes redes de televisão norte-americanas, que estão insatisfeitas com a mistura multimídia da empresa.
Enquanto isso, a Apple TV baseada no iOS, é uma oferta mais, digamos, humilde do que a Google TV, ao incluir streaming da Netflix, iTunes e do computador para a Apple TV via AirPlay. A Google planeja abrir a Google TV para aplicativos de terceiros, sendo que é esperado que a “maçã” faça o mesmo com sua set-top box.

A web

As duas plataformas estão exaltando as maravilhas do formato HTML5 e os altamente funcionais web apps  trazidos pelo novo padrão. Mas elas se diferenciam em como lidam com vídeos em Adobe Flash – formato mais popular de vídeos na web. A Apple se recusa a permitir que a funcionalidade seja embutida no iOS, e está forçando para os sites adotarem vídeos H.264 amigáveis ao iOS com um “empacotaor” mp4. Enquanto isso, o Android suporta o Adobe Flash 10.1 nas versões 2.2 ou superiores de seu sistema.
Mas esse diferencial do Android ter Flash está perdendo importância. Isso porque um levantamento recente do serviço Encoding.com afirma que 78% de seus usuários agora estão codificando vídeos móveis em formatos compatíveis com o iOS.



Steve Jobs já publicou até carta acabando com Flash da Adobe


Atrativos

Há toneladas de diferentes atrativos oferecidos em ambas as plataformas. O Android, por exemplo, possui vários comandos de voz para enviar mensagens de texto, e-mail, realizar ligações telefônicas, navegação na web, abrir aplicativos e realizar buscas. Os comandos de voz nativos do iPhone incluem reprodução de música e discagem ativada por voz; mas é possível usar o app iOS da Google para realizar buscas baseadas em voz.
Os dois sistemas recentemente anunciaram planos para assinaturas diretamente nos aplicativos, permitindo que você assine seus serviços favoritos de notícias, música e vídeo ou outros fornecedores de conteúdo. O Android também oferece direções passo a passo no app Google Maps, para Android; enquanto isso, a Apple depende de aplicativos de terceiros, como Waze e MapQuest.


Cada companhia também está tentando entrar de vez no mundo das redes sociais, embora nenhuma delas tenha alcançado taxas de adoção próximas dos principais nomes do gênero, como Facebook e Foursquare. A gigante de buscas tem o Google Buzz para comaprtilhamento de informações, o Orkut para uma experiência parecida com o Facebook e um terceiro esforço social, o sempre comentado mas nunca lançado Google Me.

Já a Apple tem a Ping, uma rede social musical colocada dentro das versões para iOS e desktop do seu software iTunes. Mas ela não emplacou. Segundo rumores, a empresa de Steve Jobs está revisando o MobileMe para incluir recursos baseados em localização e compartilhamento de mídia.


A briga promete ser boa, pois a microsoft já começou a entrar no mercado com uma parceria anunciada com a Nokia recentemente e quer voltar a ter uma fatia do mercado que ela tinha conquistado alguns anos atrás, mas que perdeu o rumo...rs...com seu Windows Mobile...vêm agora o Windows Phone 7 nos aparelhos da Nokia, será que vai conseguir algum êxito??? só o tempo dirá..

Como sempre um vídeo para melhor entendimento do nosso tema de hoje.


Abraços!!!

Ricardo Aguero



Tenha o ANDROID no seu iPHONE

O iDROID é um sistema gratuito para celulares e foi feito para instalar no iPHONE da APPLE. Atualmente já se encontra na versão 2.3 do android. Se você possui o iPhone 2G, iPhone 3G ou o iPod Touch 1G e quiser experimentar essa novidade esteja a vontade. Vou fazer um passo-a-passo de como fazer essa mofificação, lembrando que é sempre bom fazer um backup de seus dados para não correr o risco de perder informações. Toda essa instalação do sistema é tranquilo e não afeta o seu iPHONE, ao final você vai poder escolher qual sistema você quer utilizar ao ligar seu iPHONE, o iDROID ou o iOS, vai ter uma gerenciador de boot para escolher entre os dois.



Mas antes de você ficar contente pois deve estra pensando que achou o celular perfeito (Apple com sistema Google), saiba que muitas funcionalidades do Android estarão desativadas como o Market e a CAM do iPHONE. Mas com o tempo e as atualizaçãos do iDROID, isso poderá ser sanado, pois atualmente você faz ligações, utiliza WI-FI e BLUETOOTH normalmente no seu iPHONE com iDROID 2.3.




1 - Desbloqueie e instale o BOOTLACE - Desbloquei seu iPHONE. Escolha a opção de desbloqueio de sua preferência. Pode ser PWNAGE TOOLS , Redsn0w , ou Blackra1n. O passo seguinte é instalar o Bootlace pelo Cydia, clique no botão MANAGE, selecione SOURCES depois EDIT e então clique em ADD. O endereço que você precisa adicionar é repo.neonkoala.co.uk . Clique em Add Source e depois em seu novo repositório em seu novo repositório para adicionar o Bootlace.

2 - NO BOOTLACE - Depois de instalado, deixe o Cydia e abra o Bootlace. Se ele não aparecer em seus menus, reinicie o iPHONE e ele estará lá. Permita que o Bootlace baixe um patch para atualizar o KERNEL. Depois de atualizado , clique em Reboot e espere o aparelho reiniciar. No Bootlace, clique no botão OpeniBoot , depois em Install e deixe-o ser baixado e instalado.

3 - INSTALE O iDROID - Depois de instalar o OpeniBoot, clique no botão iDROID, depois em Install. O iDROID é uma versão do android 2.3 adaptada ao iPHONE. Ela será baixada e instalada. Mantenha o smartphone conectado a energia e tenha paciência, pois esse processo pode demorar.

4 - REINICIE E USE - Concluída essa essa etapa, reinicie seu iPHONE e comece a brincar, bom divertimento. Você verá uma tela inicial de BOOT, na qual poderá escolher entre o iOS e o iDROID. Utilize as teclas de volume para escolher sua opção e clique no botão principal para aceitá-la. No iDROID, o botão principal corresponde ao menu. Para voltar, use o botão que trava, liga e desliga o iPHONE. Para acessar as opções para desligar o telefone ou entrar em modo avião, basta pressionar os dois botões ao mesmo tempo.

Feito tudo isso acima...BOM DIVERTIMENTO!!!!!!

Como sempre um vídeo para um melhor entendimento...


Abraços!!!!

Ricardo Aguero

domingo, 17 de abril de 2011

IPAD FABRICADO NO BRASIL

 A presidente Dilma Rousseff e Terry Gou, CEO da Foxconn, 
em Pequim (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Agora já não é mais novidade mas resolvi postar essa notícia, a FOXCONN, empresa de TAIWAN responsável pela fabricação do IPAD vai abrir uma filial por aqui exatamente em Jundiaí, isso mesmo, a Terra da UVA vai virar a terra do IPAD na América Latina, pois será a única fábrica em todo o continente latino-americano. O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, declarou que até novembro, iPads começarão a ser produzidos no Brasil. O Jornal Naciona fez uma matéria sobre a visita da Presidente Dilma à China e confirmou a informação.

A partir dos 2″17 que é quando começa a matéria sobre o iPad.

A expectativa é que a fabricação do tablet em território nacional, vá baratear o aaprelho. Além disso, a indústria espera que o governo tome providências para tornar os tablets (não só o iPad) mais baratos. Se tudo der certo, o equipamento poderá ser classificado como um computador, diminuindo os impostos sobre ele.
Com isso é esperada a queda de até 30% do preço do iPad e de outros modelos como o Motorola Xoom. Hoje, o tablet da Apple é vendido a partir de 1.300 reais e o da Motorola por 1.900 reais.
No caso do iPad espera-se que ele seja vendido por menos de mil reais no Brasil, mais especificamente cerca de 980 reais.

Abraços!!!!!

Ricardo Aguero

Virtualização

Bom, hoje vou entrar numa ferramenta um tanto complicada mas que facilita e muito a vida dos técnicos e dos universitários, a virtualização. Ao falar em virtualização, é inevitável que a maioria das pessoas a associem à ideia de vários sistemas operacionais rodando na mesma máquina. Esse é, na verdade, um dos diversos tipos de virtualização: a de hardware. Se por um lado ela não é a única, por outro é, certamente, a mais perceptível. O que seria essa "virtualização", seria algo como você disponiblizar um espaço no seu disco (HD) e esse espaço reservado, será usado para instalar um outro sistema (isso mesmo, outro sistema) seja ele LINUX, MAC ou WINDOWS. Esse ambiente virtual é criado com alguns programas específicos, entre eles o mais conhecido é o gratuito VIRTUAL BOX e o pago VMWARE (existe uma versão gratuita do VMWARE com menos recursos). Com esse espaço reservado no seu HD, dentro do ambiente virtual, você consegue formatar e instalar o sistema, sem desligar o sistema principal...o Windows ou Linux que estiver utilizando, pois lembre-se, você está num ambiente virtual e se der algo errado, não tem problema recomece tudo de novo sem medo de errar porque tudo é salvo em arquivo montado pelos programas virtuais (VMWARE ou VIRTUAL BOX), só apagar os arquivos e recomeçar o trabalho...rs...

Vantagem, para você que usa o LINUX, pode virtualizar o Windows dentro do LINUX e usar os programas do Windows sem problemas na sua máquina virtualizada, o mesmo pode ser dito no Windows, se quiser usar o LINUX, só virtualizar o mesmo e consegue usar normalmente.

Para saber mais:

VirtualBox - máquinas virtuais de forma simples e gratuita

Usando o Virtual BOX

como sempre deixo um vídeo sobre o assunto em questão:

 

Abraços!!!

Ricardo Aguero





Hospedagem de Sites


Uma amiga me perguntou como fazer para disponibilizar um site dela na internet?
Vamos supor que você já tenha um site, não vou entrar no mérito da criação do mesmo...rs...

1º - Você escolhe a opção paga ou gratuita para disponibilizar seu site na internet em algum provedor de hospedagem. Alguns provedores de acesso disponibilizam algum espaço para seu site pessoal mas bem econômico em relação ao espaço disponível. uns 2MB ás vezes 10MB...mas para um começo tá bom. Outra desvantagem é o endereço de seu site, vai ficar algo como http://www."meusite.provedor".com.br
2º - O serviço pago de hospedagem de sites oferem muito mais recursos. Útil para fazer a hospedagem de sites de empresase até de pessoais caso necessite muito espaço e mais recursos. Já vem com registros de domínios incluídos, registro de DNS, e se vc não tiver um site, sempre tem um passo-a-passo de como montar um. Mas tudo tem seu preço, quanto mais recursos, mais espaço, mais caro vai ficando a hospedagem.

O registro pode ser feito por você mesmo, sem passar pela hospedagem, é barato, sai por uns 30 reais por um ano e depois vc pode renovar, tem preços maiores caso queira renovar por mais anos, mas você pode se informar com mais detalhes no site RegistroBR .

Mais um artigo postado...como sempre mais um vídeo para ajudar no entendimento


Tutorial - 01 - Registro de Domino (registro.br) from eCoopertec Brasil on Vimeo.




Abraços!!!!!

Ricardo Aguero

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